...que são tudo, ou apenas esboços da essência de uma vida entre as gentes e as coisas, captados pelo olhar e pela mente livre, curiosa e contemplativa. Por tudo isto e tudo o resto: É PROIBIDA A ENTRADA A QUEM NÃO ANDAR ESPANTADO DE EXISTIR
A perfect girl, a perfect child A perfect life, a perfect light A perfect man, a perfect heart The perfect skin, the perfect house
A perfect mom, a perfect dad A perfect faith, a perfect land A perfect team, a perfect show A perfect song, a perfect poem
A perfect suit, a perfect tie A perfect colour, a perfect mind A perfect job, a perfect style A perfect car, the perfect bank account
A perfect future, a perfect past A perfect gift, never the last A perfect note, a perfect voice A perfect sound, a perfect vision
A perfect body, a perfect soul A perfect plan, a perfect goal The perfect rage, a perfect age A perfect night, a perfect symphony A perfect you, a perfect me A perfect photo, a perfect tree A perfect word, a perfect world A perfect wedding A perfect drug
A perfect value, a perfect friend A perfect school, a perfect film A perfect kiss, a perfect scream A perfect dream, a perfect nightmare
A perfect death, a perfect loss A perfect fear, the biggest cause A perfect ghost, the solitude A perfect start, the perfect end How lucky you are Now you can live
Diz que há por aí uma espécie de "modo de vida" no que a relacionamentos diz respeito que apelidam de "Fuck Friends". Woooh...
Segundo a revista Elle "Há cada vez mais mulheres que preferem um fuck-friend a um namorado".. E deixa a dúvida no ar: "Uma forma livre de viver a sexualidade ou pura incapacidade de amar?". Alguns exemplos são citados. Por exemplo, diz a Laura, de 31 anos, que é "quase higiénico" (esta ainda não percebi). E porquê? Diz ela que não tem namorado mas precisa de ter relações sexuais de vez em quando. Vai daí, fuck-friend, assim uma espécie de amigo colorido mas em linguagem de gente grande. E então a Laura, diz que se encontram quando podem, jantam, falam sobre os problemas do dia-a-dia, dos amigos, do trabalho e no fim do serão vão para a cama juntos. Dizem eles que desta forma "conseguem ter uma vida sexual conciliável com uma intensa actividade social e profissional onde um verdadeiro namorado não teria lugar". E tudo isto há...6 meses! Já vi relacionamentos (e casamentos) durarem menos, porque afinal isto do fuck-friend não é a mesma coisa que dormir com um homem diferente todos os dias. É dormir sempre com o mesmo homem e mandá-lo embora de manhã, em jeito de filme americano.
Não querendo ser tendenciosa, o artigo acrescenta e eu sublinho que "na opinião de alguns psicólogos, os fuck-friends são, acima de tudo, um escudo contra o sofrimento inerente a uma relação séria (...) um sistema prático mas revelador de um grande problema de auto-estima. É uma admissão de derrota. É desistir na casa de partida. É optar por uma relação fácil na qual o outro não tem o direito de julgar e onde não existe pressão para agradar".
A conclusão parece-me simples: "Devemos alarmar-nos se a nossa vida sexual se resume a uma noite esporádica, passada nos braços de um homem que despachamos na manhã seguinte? Não se for uma fase, um período intermédio em que nos recuperamos do passado e ganhamos força para passar à etapa seguinte, tranquilizam os psicólogos. Mas se, pelo contrário, acontece ao longo de anos e anos, é terrível! Não podemos ter sempre um travão nas nossas relações. O amor exige entrega".
Começa a ser a combinação perfeita: uma das melhores bandas portuguesas, melodias fantásticas, o vozeirão da Sónia e a Sala Suggia. Absolutamente e completamente...sem palavras!
Voltem muitas vezes que eu lá estarei!
E Sónia, mal posso esperar para te rever sem esse barrigão. A tua energia faz falta ao público!
Foto tirada pela banda no final do concerto. Algures na fila G...
Basicamente é este o resumo da minha primeira vez no Zumba. Achei que precisava de algo com um bocadinho mais de ritmo e um pouquito mais..."burn it all".. Vai dai fui experimentar e gostei, apesar de não ter apanhado metade dos passes.
Mal posso esperar pela próxima aula e por ser capaz de todos aqueles moves de barriga da professora armada em Shakira portuguesa. Grrr...
É que estamos tão habituados a ver-nos de fato-de-treino ou touca na cabeça que quando nos encontramos num Sábado à noite praticamente não nos reconhecemos uns aos outros.
E a prova de que esta foi uma semana pesada e stressante está no montão de roupa "to give" que resultou de mais uma das minhas arrumações - sazonais - fora - de - época - de - final - de - longa - semana - de - trabalho.
Mais semanas assim e uma gaveta chegará para toda a minha roupa.
No meio de um aparato enorme, repleto de polícias e seguranças e mais que o valha, e mais uma carrada de acompanhantes, amigos e conhecidos e muito povo na rua que, segundo a televisão, o insultou.
Os nosssos utentes encheram a rua, os nossos meninos cantaram e os meus velhinhos juntaram o canto ao encanto.
Resumindo, foi coisa para menos de meia hora, com muita pressão e gente a mais.
A reter:
- o nosso PR é enorme!
- absolutamente rídicula toda a comitiva que o acompanhou, traduzindo-a em euros, dava para levantar do chão muitas IPSS;
- o carrão do PR é giro;
- os seguranças e motoristas do PR estavam tão bronzeados que até dói;
- a jornalista da RTP1 é tão magra, mas tão magra, tão magra, que sem dúvida a televisão engorda e muito as pessoas;
- para que andava para lá tanta televisão e tanto jornalista para depois vermos uns segundos da visita nos telejornais?
Ao sair do trabalho, às 18h, ainda se via o dia a adormecer no horizonte, ouvia os pássaros cantar e o termómetro marcava 14 graus. Fui rapidamente transportada para um final de dia de Primavera...Como sinto a sua falta!
Enquanto via este filme pensava: isto é tão Saramago que se me dissesssem que se tinham inspirado num livro dele eu acreditaria logo. José Saramago privou-nos da visão com uma espécie de cegueira contagiosa. David Mackenzie vai mais longe com e nos 5 sentidos. Perdêmo-los um a um, em perdas antecedidas por momentos dos mais intensos e primitivos sentimentos humanos.
Primeiro experienciamos a dor e tristeza profunda e de imediato nos vemos privados do olfacto e com ele vão muitas das memórias que nos são trazidas apenas pelos cheiros. E sem ele nunca poderemos guardar o cheiro de uma pessoa.
First, overwhelmed with grief..
and then no sense of smell...
that's the disease. They call it severe old factory syndrome.. S O S. They say it wasn't contagious, but they do believed that.
Life goes on..
the food become spicier, saltier, more sweet, more sour, you get used to it. The greater loss or all the memories that'll no longer triggered. Smell and memory were connected in the brain. Cinnamon might've name that two of your grandmother's apron. The scent of cuddlin' could evoke a child with fear of calves. These are always might back your memories of your first ferry crossing, without smell, an ocean of passed images disappears.
Directamente relacionado, perdemos o paladar e a comida deixa de ter interesse e até um sabonete nos parece uma coisa óptima para se desgustar.
O ser humano habitua-se. Adapta-se. E a vida continua.
Slowly things return to normal and life goes on. People do what they did before as best as they can. Within a few weeks taste becomes a distant memory and different sensations takes its place.
A seguir vem a raiva, o descontrolo e a agressão. E quando sossegamos percebemos que tudo é silêncio e aí gritamos ainda mais e mais e não nos ouvimos. E aí percebemos o tanto que deixamos por dizer a alguém que o pudesse ouvir.
O ser humano habitua-se. Adapta-se. E a vida continua.
Por último oferecem-nos uma felicidade plena e um desejo enorme de união. Entre abraços e sorrisos, chega a escuridão.
O ser humano habitua-se. Adapta-se. E a vida continua.
O tacto é tudo o que temos e é com ele que as pessoas se podem reconher e comunicar. Tocando-se. Num mundo em que tanto medo se tem do toque, não deixa de ser uma ironia.
A pergunta “quem és tu?” ou “quem sou eu?” tem uma resposta muito fácil: cada um conta a sua vida. A pergunta que não tem resposta é outra: “que sou eu?”. Não “quem” mas sim “quê”. Aquele que se faça essa pergunta irá enfrentar-se com uma página em branco, e não será capaz de escrever uma única palavra.
Diz que o Ricardo Quaresma foi assaltado. Em Chelas, imagine-se, que parece que é zona calma e nada propicia a essas aventuras, principalmente para gente que por lá se passeia a altas horas da noite em carros discretos como seria o do envolvido. E parece que o rapaz foi lesado em coisa pouca: um valor que anda aí por perto dos 44 mil euros em dinheiro e jóias.
Não é o assalto, em Chelas, à noite, que me surpreende. O que eu acho mesmo fantástico e digno de notícia é o facto daquela criatura se passear com tal valor em dinheiro e jóias que imagino seriam bastante discretas.
Uns ladrões cheios de sorte, é o que é. E tanta criança que se alimentava com essas jóias e notas com que ele se passeia diariamente...
Num tal estado de agitação interna que não sou sequer capaz de estar sentada/deitada a ver um filme sem estar a fazer qualquer outra coisa. Assim não dá.
Sempre jovem. 26 anos. Psicóloga por vocação interior e Neuropsicóloga fascinada pelos labirintos do cérebro, alegra-se com o seu trabalho junto de idosos e crianças de bairros carenciados da grande invicta.
Orgulhosa q.b. e teimosa. Determinada e ambiciosa, sonha chegar ao topo, pelos próprios passos. Racional, mas bem-disposta, não dispensa um momento lamechas que mostre ao coração o que é bater. Sincera. Transparente. Amiga. Muito, muito vaidosa. Dizem que a sua personalidade é influenciada pela lua e por isso as variações de humor são uma constante na sua vida. Fashion victim assumida. Viciada em moda e roupa. Os sapatos de salto alto e os vestidos levam-na à loucura e nunca são demais. Preocupada com a imagem, demora hooraaasss a arranjar-se, sendo cada pormenor pensado e repensado até à exaustão. Nas horas vagas rende-se a um bom livro, a um bom filme, a desenhos animados da sua infância, a longas caminhadas ao ar livre, ao Swasthya Yôga, à reflexão e ao seu gato tipo Garfield... Apaixonada pela vida, pelas boas pessoas, por animais com pêlo ou penas, por viagens, por conhecer, por tudo o que é novo e por cada pormenor da Disneyland Paris...Ah! E pelo namorado!
Living the dream
The perfect end: a great book & a relaxing tea
A viajar pelas páginas de...
The sweetest thing
Os dias
Para que são os dias?
É nos dias que vivemos.
Chegam, acordam-nos,
vezes e mais vezes.
São para sermos felizes neles:
Onde havemos de viver senão nos dias?
(Philip Larkin)