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1001 pequenos nadas...

...que são tudo, ou apenas esboços da essência de uma vida entre as gentes e as coisas, captados pelo olhar e pela mente livre, curiosa e contemplativa. Por tudo isto e tudo o resto: É PROIBIDA A ENTRADA A QUEM NÃO ANDAR ESPANTADO DE EXISTIR

1001 pequenos nadas...

...que são tudo, ou apenas esboços da essência de uma vida entre as gentes e as coisas, captados pelo olhar e pela mente livre, curiosa e contemplativa. Por tudo isto e tudo o resto: É PROIBIDA A ENTRADA A QUEM NÃO ANDAR ESPANTADO DE EXISTIR

That thing called love

 

   «Estarmos juntos não tem nada a ver com essa ideia de parecer uma lua de mel. Tem a ver com as pessoas reais que somos. Quero acordar ao teu lado de manhã, quero passar as noites a olhar para ti do outro lado da mesa de jantar. Quero partilhar contigo todos os pormenores mais mundanos do meu dia e ouvir cada detalhe do teu. Quero rir-me contigo e adormecer contigo nos meus braços. Porque não és apenas uma pessoa que amei em tempos. Eras a minha melhor amiga, trazias ao de cima o melhor que havia em mim e não consigo imaginar desistir disso outra vez. (...) Podes não perceber, mas dei-te o melhor de mim, e nunca mais nada voltou a ser igual quando partiste. (...) Sei que estás com medo, eu também estou. Mas, se desistirmos disto, se fingirmos que nada disto aconteceu, então não sei se voltaremos a ter outra oportunidade.»

 

Dei-te o melhor de mim, Nicholas Sparks

O corpo é que paga...

 

   Não satisfeita com as dores que me assaltaram após a passada aula de Zumba e que se prolongaram durante 3 dias, ontem resolvi juntar-lhe mais uma aulinha de abdominais (e desconhecia tantas formas giras de trabalhar os abdominais!).

   Hoje esperava acordar completamente K.O. Surpreendentemente não senti uma dorzinha sequer ao acordar. Já das dores que se têm vindo a instalar em tudo quanto é músculo da barriga, costas e pescoço ao longo do dia não me peçam opinião. Pelo menos as pernas aguentaram-se bem.

   O que nos vale é que amanhã há mais!

Small world. Big connections.

 

   Sempre achei que um mundo era um balão e que facilmente, em qualquer lugar, a qualquer momento, poderiamos (re)encontrar alguém conhecido, do presente ou do passado.

   Ultimamente tenho me apercebido que as redes sociais, com especial destaque para o Facebook, vieram reduzir isto ao tamanho de um berlinde, e dos bem pequeninos. Não raras vezes dou por mim a comentar, ainda que mentalmente, "Olha o fulaninho também conhece o sicraninho" ou a ouvir coisas do género "Estive na tua página do Facebook e conhece este ou aquele amigo teu".

   Não querendo explorar as implicações de tudo isto, é impossível não deixar de pensar até que ponto todas estas "inovações" não põem ainda mais em causa a nossa privacidade, ainda que se saiba à partida que a partir do momento em que criamos uma conta numa qualaquer rede social, com a nossa verdadeira identidade, há uma parte de nós que deixou de ser privada. E nisto dos amigos que são amigos ou conhecidos ou amigos de conhecidos (ou vice-versa) a questão que se coloca é: afinal, até onde é que as informações/opiniões acerca da nossa pessoa conseguem chegar?

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