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1001 pequenos nadas...

...que são tudo, ou apenas esboços da essência de uma vida entre as gentes e as coisas, captados pelo olhar e pela mente livre, curiosa e contemplativa. Por tudo isto e tudo o resto: É PROIBIDA A ENTRADA A QUEM NÃO ANDAR ESPANTADO DE EXISTIR

1001 pequenos nadas...

...que são tudo, ou apenas esboços da essência de uma vida entre as gentes e as coisas, captados pelo olhar e pela mente livre, curiosa e contemplativa. Por tudo isto e tudo o resto: É PROIBIDA A ENTRADA A QUEM NÃO ANDAR ESPANTADO DE EXISTIR

Portugal chamou por mim...

 ...e em Almourol conheci o castelo e materializei o passado que o meu avô tantas vezes me conta; em Tomar deixei-me levar pelos templários e perdi-me no convento de cristo; em Lisboa deparei-me com uma multidão de turistas, desgracei-me na feira do livro e vi o FCP ser campeão; em Sintra visitei a família e perdi-me entre queijadas e travesseiros; em Óbidos percorri as muralhas da vila de salto alto; na Nazaré comi um maravilhoso e primeiro arroz de marisco.

Conclusão: o nosso país é lindo!

Seguem-se as fotos!

Para quem gosta de chá e scones

 

 

 
:: CLUBE DE CHÁ VERDE TÍLIA ::
 
(Porto, junto à Praça Velasques)
 
Um espaço muito interessante para estarmos em sossego, numa conversa, acompanhada por um dos muitos chás que por lá existem e uns scones quentinhos. Apenas uma das sugestões do espaço, que vale a pena conhecer, experimentar e voltar.

Meus amigos, vou passear


 

   Aproveitando estes dias de férias, vou-me fazer à estrada, rumar até à capital, visitar a família que por lá vive e aproveitar para visitar uns quantos locais por lá e pelo caminho. Há um plano de viagem mais ao menos definido e só resta rezar para que o S. Pedro esteja minimamente contente comigo e nos dê algumas tréguas.

   Até já!

«O teu rosto será o último»

 

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Sinopse
Tudo começa com um homem saindo de casa, armado, numa madrugada fria. Mas do que o move só saberemos quase no fim, por uma carta  escrita de outro continente. Ou talvez nem aí. Parece, afinal, mais importante a história do doutor Augusto Mendes, o médico que o tratou quarenta anos antes, quando lho levaram ao consultório muito ferido. Ou do seu filho António, que fez duas comissões em África e conheceu a madrinha de guerra numa livraria. Ou mesmo do neto, Duarte, que um dia andou de bicicleta todo nu. Através de episódios aparentemente autónomos - e tendo como ponto de partida a Revolução de 1974 -, este romance constrói a história de uma família marcada pelos longos anos de ditadura, pela repressão política, pela guerra colonial. Duarte, cuja infância se desenrola já sob os auspícios de Abril, cresce envolto nessas memórias alheias - muitas vezes traumáticas, muitas vezes obscuras - que formam uma espécie de trama onde um qualquer segredo se esconde. Dotado de enorme talento, pianista precoce e prodigioso, afigura-se como o elemento capaz de suscitar todas as esperanças. Mas terá a sua arte essa capacidade redentora, ou revelar-se-á, ela própria, lugar propício a novos e inesperados conflitos?
 
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   Apesar de todas as críticas positivas que li acerca deste livro e do prémio que recebeu (e foi isso, juntamente com uma certa curiosidade suscitada pelo próprio título, que me levou a comprá-lo), não o considero um grande livro ou sequer um livro interessante. Na verdade, acho que lhe falta uma história que nos prenda às suas páginas...parece que andamos ali meio perdidos entre uma personagem ou outro, a conhecermos um pouco das suas vidas e, principalmente, das suas mortes, sabendo à partida que não retiraremos nada de realmente enriquecedor daquela leitura. Foi principalmente esta a sensação que tive durante todo o livro: não foi capaz de me prender, porque não era intenso, forte, prometedor. 
   Ainda assim, esta é apenas a minha opinião e este é um livro levezinho, que lemos bem (no meu caso durou poucos dias) e que não sendo "wow" também não nos cansa. E além disso, é literatura portuguesa e quanto basta para o lermos.  

A minha primeira aula de Pump...

 

   Hoje fui, pela primeira vez, fazer uma aula de Body Pump. E o que tenho a dizer acerca da experiência? Perigosamente traumatizante! Basicamente, até escrever este post me faz doer qualquer coisa. Desconfio que amanhã não me mexo...e por falar em amanhã, o saco do ginásio já está pronto para a habitual dose de 3ª feira. Foram dois gelados no fim-de-semana meus amigos!

O que eu gosto deste programa de domingo à noite na tvi

 

   Não me preocupam especialmente as actuações dos que por lá aparecem ou a questão quem é o melhor: Lucy ou FF. O que eu gosto mesmo, para além dos magníficos vestidos da Cristina Ferreira (aquele vermelhão da semana passada era de cair para o lado), é de ouvir o extremoso júri, que só sabe dizer maravilhas de todos e que, especialmente na voz daquele Jardim que parece que já trabalhou com meio mundo e conhece a outra metade, tece comentários do tipo "eu já trabalhei com Robbie Williams e outros e eles não chegam aos calcanhares do FF" ou outra pérola, desta vez da descompensada Alexandra Lencastre, que chegou a considerar que a Luciana Abreu cantou melhor que a própria Dulce Pontes.

   Ora meus amigos, contenção! Tudo bem que temos boas vozes no nosso país e muito talento sub-aproveitado, mas daí a considerarmos estes "meninos" melhores que profissionais de renome ainda vai um tempinho e umas boas músicas. E o que eu questiono é sempre o mesmo: a dada altura e quase sempre graças a programas do género, temos entre nós bons artistas e boas vozes, talentos que nesse momento são verdadeiras promessas e que prometem revolucionar o panorama artístico português, mas a verdade é que ouvimos falar deles durante uns tempos e lá se vão como o vento e as palavras. A maioria deles não dão nada, independentemente dos comentários que os júris lhes fazem. Veremos o que é feito do FF daqui a uns 2 anos e comparemo-lo com o que é feito do Robbie Williams...

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