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1001 pequenos nadas...

...que são tudo, ou apenas esboços da essência de uma vida entre as gentes e as coisas, captados pelo olhar e pela mente livre, curiosa e contemplativa. Por tudo isto e tudo o resto: É PROIBIDA A ENTRADA A QUEM NÃO ANDAR ESPANTADO DE EXISTIR

1001 pequenos nadas...

...que são tudo, ou apenas esboços da essência de uma vida entre as gentes e as coisas, captados pelo olhar e pela mente livre, curiosa e contemplativa. Por tudo isto e tudo o resto: É PROIBIDA A ENTRADA A QUEM NÃO ANDAR ESPANTADO DE EXISTIR

Dias felizes!


   Já aqui escrevi que não sou adepta do lema "Ano novo, Vida nova". Não tomo decisões de Ano Novo, não faço planos para mudanças e não peço 12 desejos á meia-noite, nem sequer como uvas passas! Todas essas coisas muito giras de se fazerem no último dia do ano e de esquecerem logo no dia 3 de Janeiro, devem ser feitas diariamente, porque é diariamente que vivemos e não apenas no dia 31 de Dezembro. Planos? Faços-os todos os dias. Mudanças? São necessárias, sempre. Desejos? Esses pedimo-los a toda a hora. Agradecer por mais um ano? Prefiro agradecer por cada dia, porque cada nova manhã em que acordo, apesar de o fazer de muito mau humor sempre que o despertador toca, é mais uma prenda, uma benção, um quer que seja que nos permite andar neste mundo com saúde, paz e momentos bons e menos bons. É por isto que eu estou grata e é por isto que eu comeria passas e brindaria. Por cada novo dia.

   Por isso, é apenas isso que eu vos desejo, porque é apenas e só aquilo que eu desejo para mim e para os meus: dias carregados de saúde, paz, amor e momentos felizes.

 

   Quanto à minha passagem de ano, vai ser, como sempre, em casa, junto de familiares, onde tudo fica mais barato, mais quentinho e mais confortável. E este ano, com o meu Mr.Big e os seus papás por perto.

«A minha história com Bob», James Bowen

 

Quando James Bowen encontra um gato alaranjado no prédio onde vive, não faz ideia do quanto a sua vida irá mudar. Lutando por sobreviver como músico de rua na cidade de Londres, a última coisa de que precisa é um animal de estimação. No entanto, incapaz de resistir ao animal doente, acolhe-o em sua casa. Quando Bob recupera a saúde, James deixa-o à porta do prédio, imaginando que nunca mais o voltará a ver. Todavia, Bob tinha outros planos. Dentro de pouco tempo, os dois tornam-se inseparáveis e as muitas aventuras que irão viver transformarão para sempre as suas vidas, curando lentamente as cicatrizes do passado atribulado de ambos. Esta é a história de uma amizade improvável e de como um gato vadio irá ajudar um homem a recuperar a sua autoestima e dar-lhe uma nova esperança quando o resto do mundo lhe parecia ter fechado as portas.

 

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   Para quem, como eu, adora gatos, facilmente se apaixona por este tipo de livros. Não propriamente pelo livro, mas mais propriamente, pelas personagens felinas e, neste caso, foi fácil render-me ao Bob e às suas aventuras. Saber que tudo o que é relatado no livro aconteceu mesmo e que aquele gatinho fez realmente aquelas coisas fantásticas é suficiente para que o livro nos prenda.

   E depois podemos sempre saber mais sobre o Bob, o seu dono e as suas histórias, pesquisando no google e no youtube. Há todo um mundo por descobrir.  

Olha que coisa gira eu encontrei na Bertrand


   É isso mesmo, um diário de leituras. Basicamente, é um caderno/livro onde vamos apontando todos os livros que lemos, colocando alguns técnicos como: título, autor, data de início e fim de leitura (hábito que desde há muito tenho, apontando no próprio livro), palavras novas, leituras sugeridas por aquele livro e citações que gostamos. Este caderno possui diversas "fichas técnicas" deste género, uma para cada livro e no final ainda possui umas quantas páginas em branco para apontamentos livres.

   Para quem, como eu, devora livros, esta parece-me uma ferramenta ideal para eternizar leituras.  

Saldos da Zara, 1st round



As botinhas do meu coração, que me conquistaram desde que chegaram à loja e pelas quais aguardei pacientemente.

39,95€


Casaco cinza bem quentinho

45,50€ (vi-o hoje noutra Zara a 59,90€, que variação de preços vem a ser esta? Melhor para mim!)


Blusa branca com detalhes em polipele

22,95€


Blazer azul com ombros fofinhos

29,95€


Blusa riscas com aplicações nos ombros

22,95€


Calças em padrão xadrez (na foto não parece, eu sei)

22,95€


Camisola malha preta com costas muito giras

22,95€


Blusa branca com padrão de zebras

19,95€


Calças skinny (as minhas em preto)

22,95€


Casaco malha cinzento com mangas em polipele

19,95€


Calças de ganga com padrão animal print

25,95€

Foi mais ao menos como um dia na selva

   Primeiro dia de saldos da zara. 10h estava a entrar. Às 10h15 já a fila para pagar dava a volta à loja. Mas como saldos são saldos e só acontecem duas vezes por ano, fui carregada de paciência e tempo e escolhi, escolhi e escolhi, esperei e esperei para experimentar e esperei, esperei, esperei e esperei para pagar...cerca de 1h...isso mesmo. Ou vamos com o espírito todo ou não vale a pena ir. À tarde ainda fui a outra onde as coisas estavam mais calmas e consegui fazer mais algumas compritas.

   Não podemos considerar que estamos a falar de grandes descontos, mas julgo que consegui fazer umas boas compras. É certo que ainda aí vêm melhores descontos mas na Zara há peças que voam no primeiro dia e foi nisso principalmente que procurei investir. E o investimento fointal que julgo que não posso voltar a entrar numa loja de roupa nos próximos 6 meses...

Apenas e só, Florbela


Eu quero amar, amar perdidamente!

Amar só por amar: aqui...além...

Mais este e aquele, ou outro e toda a gente...

Amar! Amar! E não amar ninguém!

 

Recordar? Esquecer? Indiferente!...

Prender ou desprender? É mal? É bem?

Quem disser que se pode amar alguém

Durante a vida inteira é porque mente!

 

Há uma primavera em cada vida:

É preciso cantá-la assim florida.

Pois se Deus nos deu voz, foi para cantar!

 

   E se um dia hei-de ser cinza, pó e nada

Que seja a minha noite uma alvorada,

Que me saiba perder...para me encontrar.

"Amour", é a vida real na ficção


   "Amour" é um grande filme. Daqueles que nos põe a pensar e do qual gostamos por ser tão fiel à realidade. 

   "Amour" ganha um significado especial quando lidamos diariamente com cenas iguais às que o filme nos mostra, quando conhecemos tantas histórias como a daquele casal, mas sobretudo, quando conhecemos tantas personagens reais como a personagem do filme, que de um momento para o outro vêem a sua vida completamente alterada pela doença repentina, que os atira para uma dependência para total, para uma perda de capacidades com a qual nunca é fácil de lidar e que deixa nada mais do que o vazio que anuncia apenas e só a aproximação cada vez mais assustadora do fim.

   "Amour" é o sofrimento humano que ultrapassa os limites de uma televisão. Está em muitas casas, em demasiadas vidas que acabam dia após dia, em tantas pessoas que nunca estão preparadas para ele. Porque nunca estamos suficientemente preparados para o sofrimento e para a perda.

   (E uma grande salva de palmas para Emmanuelle Riva. Um desempenho excelente.)

«O vale dos cinco leões», Ken Follett

 

Jane, uma inglesa corajosa e sensual, é apanhada num triângulo amoroso mortífero, entre os espiões rivais Ellis e Jean-Pierre. Amor, ódio e engano levam-nos de conspirações terroristas em Paris à guerra e aos guerrilheiros no Afeganistão.

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   E assim está lido mais um de Ken Follett. A dada altura fiquei de tal forma envolvida pela história que acabei por o devorar nas últimas páginas.  Para mim, é este o segredo para um bom livro: prender-nos a ele com a sua história. Poucos o conseguem fazer, mas o que o fazem são leituras fantásticas, mesmo que não correspondam a grandes histórias.

   Agora, uma pequena pausa em Follet, para depois atacar as 1000 páginas d`A queda dos gigantes.  

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