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1001 pequenos nadas...

...que são tudo, ou apenas esboços da essência de uma vida entre as gentes e as coisas, captados pelo olhar e pela mente livre, curiosa e contemplativa. Por tudo isto e tudo o resto: É PROIBIDA A ENTRADA A QUEM NÃO ANDAR ESPANTADO DE EXISTIR

1001 pequenos nadas...

...que são tudo, ou apenas esboços da essência de uma vida entre as gentes e as coisas, captados pelo olhar e pela mente livre, curiosa e contemplativa. Por tudo isto e tudo o resto: É PROIBIDA A ENTRADA A QUEM NÃO ANDAR ESPANTADO DE EXISTIR

Amazing...

Você é fantástico. Já é. Quer o reconheça, quer não. Quer as outras pessoas o reconheçam, quer não. E não é por ter lançado uma aplicação para iPhone, nem por ter concluído os estudos mais cedo, nem por ter comprado um barco do caraças. Estas coisas não definem a grandeza. Você já é fantástico porque, em face da infindável confusão e da morte certa, continua a escolher com quem é que se importa e para quem é que se está a foder. Este mero facto, esta simples opção pelos seus próprios valores na vida, já faz de si lindo, já faz de si bem sucedido e já faz de si amado. Mesmo que não o compreenda. Mesmo que esteja a dormir num esgoto e a passar fome. Você também vai morrer, e isso é porque teve a sorte de viver." Mark Manson

Serviço público: este é obrigatório ler pela nossa sanidade mental

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Não gosto de livros de auto-ajuda. Na verdade, nunca li nenhum, por isso não posso realmente dizer se gosto ou não. O certo é que essa conversa de upa - upa a vida é maravilhosa basta acreditar, o importante é aceitar tudo o que vida te dá,  causa-me comichão nas costas e, por isso, livros que me ensinam a ser extremamente positiva e dona da pedaço nunca me cativaram. 

Este não sei porquê (quer dizer, o título é promissor...) captou a minha atenção e nem hesitei em trazê-lo. Se calhar foi pelo facto de realmente em muitos momentos desta vida doida eu ter dado por mim a pensar algo do tipo: "really?!!? Que se f*da. Neeext..." 

Nao estava à espera de nada deste livro a não ser uma perspectiva algo humorística mas realista da vida e do viver. E não desilude. É um livro real sobre a realidade que é a vida. É um livro que nos abre os olhos para essa coisa chamada viver, sem preciosismos, sem grandes lições, sem bucket lists, sem conselhos... é um livro que diz que "a chave para uma boa vida é estar-se a cagar para mais e importar-se com o menos, importar-se apenas com o que é verdadeiro, imediato e importante". É um livro que nos ensina a valorizar e a aceitar os nossos problemas como parte da aventura que é crescer. É um livro que se foca no menos bom da vida enquanto ferramenta de aprendizagem. É um livro que sem retoques nos grita "tens problemas, coitadinho? Guess what, toda a gente os tem!"  É um livro que nos passa totalmente a batata quente do controlo da nossa vida, do que somos e do queremos ser. 

Vou-me calar e deixar-vos um conselho: isto e muito mais da vida numa livraria perto de si.  Não se demorem. E boa sorte! 

Viajar

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"Viajar é uma excelente ferramenta de desenvolvimento, porque nos arranca dos valores da nossa cultura e nos mostra que outras sociedades podem viver com valores completamente diferentes e, ainda assim, funcionar e não se odiar a si mesmas. Esta exposição a valores culturais e critérios diferentes força-nos então a reexaminar o que prevê óbvio na nossa vida é a considerar que, talvez, este não seja afinal o melhor modo de viver." 

 

A arte subtil de dizer que se f*da, Mark Manson 

Have a lovely week (ou "no póquer, assim como na vida)

"(...) Todos recebemos uma mão de cartas para jogar. Uns têm cartas melhores que outros. E embora seja fácil ficarmos atolados nas nossas cartas, e sentir que fomos tramados, o verdadeiro jogo reside nas escolhas que fazemos com essas cartas, nos riscos que decidimos correr e nas consequências com que escolhemos viver. As pessoas que fazem consistentemente as melhores escolhas nas situações que lhes surgem são as que acabam por ter melhores resultados, no póquer e na vida. E essas não são necessariamente as pessoas que têm melhores cartas." ("A arte subtil de dizer que se f*da", Mark Manson)