Saltar para: Post [1], Pesquisa e Arquivos [2]

1001 pequenos nadas...

...que são tudo, ou apenas esboços da essência de uma vida entre as gentes e as coisas, captados pelo olhar e pela mente livre, curiosa e contemplativa. Por tudo isto e tudo o resto: É PROIBIDA A ENTRADA A QUEM NÃO ANDAR ESPANTADO DE EXISTIR

1001 pequenos nadas...

...que são tudo, ou apenas esboços da essência de uma vida entre as gentes e as coisas, captados pelo olhar e pela mente livre, curiosa e contemplativa. Por tudo isto e tudo o resto: É PROIBIDA A ENTRADA A QUEM NÃO ANDAR ESPANTADO DE EXISTIR

«Em teu ventre », José Luís Peixoto

image.jpg

«Mãe, atravessas a vida e a morte como a verdade atravessa o tempo, como os nomes atravessam aquilo que nomeiam.» Numa perspetiva inteiramente nova, Em Teu Ventre apresenta o retrato de um dos episódios mais marcantes do século XX português: as aparições de Nossa Senhora a três crianças, entre maio e outubro de 1917. Através de uma narrativa que cruza a rigorosa dimensão histórica com a riqueza de personagens surpreendentes, esta é também uma reflexão acerca de Portugal e de alguns dos seus traços mais subtis e profundos. A partir das mães presentes nesta história, a questão da maternidade é apresentada em múltiplas dimensões, nomeadamente na constatação da importância única que estas ocupam na vida dos filhos. O sereno prodígio destas páginas, atravessado por inúmeros instantes de assombro e de milagre, confere a Em Teu Ventre um lugar que permanecerá na memória dos leitores por muito tempo.

_______________________________________________________

   Uma forma diferente de contarmos a história das aparições de Nossa Senhora aos Pastorinhos de Fátima. A escrita é totalmente José Luís Peixoto, não há que enganar e eu tenho de admitir que não sou a maior das fãs deste escritor. Reconheço-lhe o génio e a obra fantástica que tem, mas é daqueles casos crónicos em que eu leio e continuo a ler mas não me apaixono.

   Neste livro há, sobretudo e mais uma vez, uma ode às mães. A todas as mães, desde as divinas até às mais reais, como, provavelmente, a dos escritor. É um livro pequeno, a escrita é simples e é um dos maiores escritores portugueses, independentemente de me apaixonar ou não.