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1001 pequenos nadas...

...que são tudo, ou apenas esboços da essência de uma vida entre as gentes e as coisas, captados pelo olhar e pela mente livre, curiosa e contemplativa. Por tudo isto e tudo o resto: É PROIBIDA A ENTRADA A QUEM NÃO ANDAR ESPANTADO DE EXISTIR

1001 pequenos nadas...

...que são tudo, ou apenas esboços da essência de uma vida entre as gentes e as coisas, captados pelo olhar e pela mente livre, curiosa e contemplativa. Por tudo isto e tudo o resto: É PROIBIDA A ENTRADA A QUEM NÃO ANDAR ESPANTADO DE EXISTIR

«Jesusalem», Mia Couto




Jesusalém é seguramente a mais madura e mais conseguida obra de um escritor em plena posse das suas capacidades criativas. Aliando uma narrativa a um tempo complexa e aliciante ao seu estilo poético tão pessoal, Mia Couto confirma o lugar cimeiro de que goza nas literaturas de língua portuguesa. A vida é demasiado preciosa para ser esbanjada num mundo desencantado, diz um dos protagonistas deste romance. A prosa mágica do escritor moçambicano ajuda, certamente, a reencantar este nosso mundo.

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   Dei mais uma hipótese a Mia Couto. E mais uma vez também, ainda não é desta que me convenceu totalmente. Não sei se terei alguma embirração com este escritor, mas ainda não o consigo encaixar no meu leque de preferências. Os seus livros parecem-me sempre demasiado ficcionados, mágicos, surreais...não me consigo envolver verdadeiramente com as personagens.

   Ainda assim, vou continuar a dar-lhe mais hipóteses e não me ficarei por aqui. Recomendaram-me o "Terra Sonâmbula", por isso qualquer dia será dia de novamente Mia Couto e um dia será dia de eu escrever qualquer boa acerca dos seus livros. 


Certo é que mesmo não apreciando por aí além, leio Mia Couto com voracidade. Este em pouco mais de uma semana foi lido e intercalado com Pedro Chagas Freitas, cujas histórias vou saboreando quando me quero inspirar.