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1001 pequenos nadas...

...que são tudo, ou apenas esboços da essência de uma vida entre as gentes e as coisas, captados pelo olhar e pela mente livre, curiosa e contemplativa. Por tudo isto e tudo o resto: É PROIBIDA A ENTRADA A QUEM NÃO ANDAR ESPANTADO DE EXISTIR

1001 pequenos nadas...

...que são tudo, ou apenas esboços da essência de uma vida entre as gentes e as coisas, captados pelo olhar e pela mente livre, curiosa e contemplativa. Por tudo isto e tudo o resto: É PROIBIDA A ENTRADA A QUEM NÃO ANDAR ESPANTADO DE EXISTIR

«No Limiar da Eternidade», Ken Follett

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   Este terceiro volume da trilogia O Século começa em 1961 com a construção do Muro de Berlim já em plena Guerra Fria.As figuras principais são os descendentes das cinco famílias de diferentes nacionalidades (americana, alemã, russa, inglesa e galesa), que conhecemos em A Queda dos Gigantes e continuámos a seguir em O Inverno do Mundo. Estas personagens estão de alguma forma envolvidas na crise dos mísseis de Cuba, na luta pelos direitos civis e outros grandes movimentos de massas, nos assassinatos do presidente Kennedy e do seu irmão Robert, de Martin Luther King.A partir dos anos sessenta assistem ao nascimento da música pop e à difusão do rock. Tomam parte, enfim, de movimentos contra os escândalos presidenciais nos Estados Unidos, e encontramo-los combatendo os regimes comunistas nos anos oitenta. Este volume termina com a queda do Muro de Berlim, em 1989.Ao abraçar um projeto tão ambicioso como relatar um dos séculos mais dramáticos da história da humanidade, Ken Follett supera-se faz um trabalho admirável ao entrecruzar o dramatismo das histórias pessoais e a complexa intriga que se desenrola num palco global.

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Este post estava difícil de fazer. Ler as mais de 1000 páginas deste livro levou o seu tempo. Apesar de ter feito uma pausa na leitura de Ken Follett, já que muitos dos seus livros seguem um mesmo padrão que cansa pela repetição, esta trilogia "O Século" foi dos melhores livros históricos que li. Sem nunca nos maçar ou aborrecer, todos eles foram viciantes e extremamente enriquecedores; uma forma bem agradável de recordarmos alguns factos da história mundial, misturando-os com personagens fictícias que animam o cenário de cada livro. 

Agora que terminaram, não seria mau que Ken Follett pensasse em dar continuidade aos mesmos. Afinal, o que não lhe falta na história mundial mais contemporânea é matéria prima para muitas e muitas páginas. 

  

   Segue-se, pela primeira vez e com muita curiosidade, Marukami.