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1001 pequenos nadas...

...que são tudo, ou apenas esboços da essência de uma vida entre as gentes e as coisas, captados pelo olhar e pela mente livre, curiosa e contemplativa. Por tudo isto e tudo o resto: É PROIBIDA A ENTRADA A QUEM NÃO ANDAR ESPANTADO DE EXISTIR

1001 pequenos nadas...

...que são tudo, ou apenas esboços da essência de uma vida entre as gentes e as coisas, captados pelo olhar e pela mente livre, curiosa e contemplativa. Por tudo isto e tudo o resto: É PROIBIDA A ENTRADA A QUEM NÃO ANDAR ESPANTADO DE EXISTIR

O olhar de uma psi sobre o Robocop

 

   Robocop não é, de todo, o tipo de filme que eu escolheria para ver, mas as tardes de Domingo em casa têm destas coisas e curiosamente tenho de admitir que achei o filme interessante. Não pela parte do enredo ou do tipo de filme em si, mas pela "filosofia" que lhe está subjacente: num futuro próximo (2019 é já ali ao lado) as máquinas substituirão o homem em larga massa, até aqui nada de novo; mas e se essas máquinas não fossem completamente máquinas, mas sim robôs com cabeça, cérebro, coração e pulmões de gente que, se não fosse "robotizada" acabaria por morrer? Mais que isso, e se nos tornassemos em robôs humanos, com uma carapaça de aço e emoções de gente? E se alguém, ainda completamente humano, fosse capaz de nos comandar, ao ponto de controlar o tipo e quantidade de neurotransmissores que se passeiam pelo nosso cérebro, transformando-nos em mais ou menos máquinas ou mais ou menos humanos? Quanto sofrimento evitariamos, quanta coisa boa perderiamos, quantas memórias não iriam ser construidas? Quantas lágrimas ficariam por chorar e quantos sorrisos não iluminariam vidas? Se perdessemos o livre-arbítrio e esta nossa natureza imprevisível e inexplicável, mas naturalmente humana, será que nos continuariamos a chamar gente e a chamar de vida esta coisa assustadora mas magnífica que é andar por cá?

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