Saltar para: Post [1], Pesquisa e Arquivos [2]

1001 pequenos nadas...

...que são tudo, ou apenas esboços da essência de uma vida entre as gentes e as coisas, captados pelo olhar e pela mente livre, curiosa e contemplativa. Por tudo isto e tudo o resto: É PROIBIDA A ENTRADA A QUEM NÃO ANDAR ESPANTADO DE EXISTIR

1001 pequenos nadas...

...que são tudo, ou apenas esboços da essência de uma vida entre as gentes e as coisas, captados pelo olhar e pela mente livre, curiosa e contemplativa. Por tudo isto e tudo o resto: É PROIBIDA A ENTRADA A QUEM NÃO ANDAR ESPANTADO DE EXISTIR

«O Rapaz do Caixote de Madeira», Leon Leyson

Liv60990218_f.jpg

Leon Leyson tinha apenas dez anos quando os nazis invadiram a Polónia em 1939 e a sua família foi forçada a viver no gueto de Cracóvia. Neste seu livro de memórias, Leon começa por nos descrever uma infância feliz, na sua aldeia natal e felizmente para a família, o seu caminho cruzar-se-ia com o de Oskar Schindler que os incluiu na célebre lista dos trabalhadores da sua fábrica. Na altura com apenas 13 anos, Leon era tão pequeno que tinha de subir para cima de um caixote de madeira para chegar aos comandos das máquinas. Ao longo desta história, que reproduz com autenticidade o ponto de vista de uma criança, Leon Leyson deixa-nos entrever, no meio do horror que todos os dias enfrentavam, a coragem, a astúcia e o amor que foram necessários para poderem sobreviver.

________________________________________________________________

   Desconhecia este livro, mas numa visita à Fnac encontrei-o em destaque, aparentemente na categoria Fnac Kids, como um dos "100 livros que crescem contigo". A verdade é que todos nós crescemos um pouco mais a ler livros destes, tão bons para crianças como para adultos sedentos de conhecimento daquela que foi, muito provavelmente, uma das piores realidades da história da humanidade. Sendo eu uma apaixonada por tudo quanto se relaciona com o Holocausto, este pequeno livro dá-nos a conhecer um pouco mais desta duríssima realidade e deixa-nos mais uma vez a questionar até onde é que podem ir as atrocidades humanas.