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1001 pequenos nadas...

...que são tudo, ou apenas esboços da essência de uma vida entre as gentes e as coisas, captados pelo olhar e pela mente livre, curiosa e contemplativa. Por tudo isto e tudo o resto: É PROIBIDA A ENTRADA A QUEM NÃO ANDAR ESPANTADO DE EXISTIR

1001 pequenos nadas...

...que são tudo, ou apenas esboços da essência de uma vida entre as gentes e as coisas, captados pelo olhar e pela mente livre, curiosa e contemplativa. Por tudo isto e tudo o resto: É PROIBIDA A ENTRADA A QUEM NÃO ANDAR ESPANTADO DE EXISTIR

Quem te viu e quem te vê!

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 É inevtável não pensar na pessoa que eu era e na que me tornei no que a exercício fisíco diz respeito. Quando me lembro que fugia de tudo o que fosse exercício desde que me conheço, que arranjava mil e uma desculpas para não fazer as aulas de educação física e para mim "treinar" limitava-se a aulas de natação (até isso me cansava!), hip hops e zumbas ou yoga e pilates (ok, destes sinto saudades!), tudo coisa ligeira, já que o meu lema era "ir para o ginásio e sair de lá toda rota? Nem pensar!"... essa pessoa não parece ser a mesma que hoje sou. Coisas de água nem pensar (até porque, para mim, a água das piscinas está sempre desagradavelmente fria), bailaricos é para meninas e dia em que vou treinar e não saio de lá completamente K.O é dia em que o treino não prestou. 

   E com este gosto pelo exercício físico (que surgiu, decididamente, desde que comecei a frequentar o Solinca e conheci o método de treino das aulas de grupo que eles praticam) vem também o prazer pelos resultados, o orgulho pelos patamares que atingimos/conquistamos e a vontade de chegar mais longe, dentro dos nossos limites. Eu sinto-me "orgulhosamente orgulhosa" por todas as minhas conquistas e pelo nível a que cheguei, em termos de resistência cardiorespiratória e física, de força muscular (tão orgulhosa dos meus 25kg na barra para agachamento no Body Pump atingidos hoje pela primeira vez!), de capacidade de "sofrimento". Sinto-me bem ao olhar para trás e ver que comecei do menos um e consegui chegar aqui, com vontade de melhorar sempre. Sinto-me um tanto vaidosa ao olhar para o lado e ver que consigo mais do que quem me acompanha...

   O difícil não é chegar lá; é acreditar que conseguimos e arriscarmos. Como em quase tudo na vida. Porque quando realmente comprovamos que conseguimos, a sensação de batalha vencida é das melhores que podemos sentir, porque é ela que nos faz querer ser ainda melhores. No desporto. E na vida.

   Bons treinos!