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1001 pequenos nadas...

...que são tudo, ou apenas esboços da essência de uma vida entre as gentes e as coisas, captados pelo olhar e pela mente livre, curiosa e contemplativa. Por tudo isto e tudo o resto: É PROIBIDA A ENTRADA A QUEM NÃO ANDAR ESPANTADO DE EXISTIR

1001 pequenos nadas...

...que são tudo, ou apenas esboços da essência de uma vida entre as gentes e as coisas, captados pelo olhar e pela mente livre, curiosa e contemplativa. Por tudo isto e tudo o resto: É PROIBIDA A ENTRADA A QUEM NÃO ANDAR ESPANTADO DE EXISTIR

Parabéns a mim

 

   O Manuel de Oliveira fez ontem 101. Hoje foi (é) a minha vez. Cheguei aos 24. Balanços? É cedo demais, são apenas 24. A tua vida aos 24 anos é a que esperavas? Não, não é. Principalmente no campo profissional, estou ainda muito longe das expectativas. Talvez a culpa seja minha por ter sonhado alto demais, ter desejado demais e acreditado demais. Anyway, hoje é dia de festa. Ou deveria ser. Festa não houve. Aliás, nem saí de casa. Homewear all day, a fazer a minha árvore de Natal e a preguiçar no sofá com o meu "Mr Big". Aliás, foi a sua companhia que fez o dia valer a pena, senão, seria só mais um dia. Não ligo a festejos. Ou pelo menos é isso que parece este ano. Not in a mood for party! Confusões, atenções centradas, sorrisos, beijinhos, abraços e Parabéns, parabéns...aos 24 não.

   O dia correu dentro da normalidade. Fiquei contente por aqueles que se lembraram de mim: familiares e poucos amigos. Não posso dizer que tenha ficado triste por aqueles que não se lembraram...Não houve bolo (não gosto!), o jantar foi para 4 (papis e namorado). Cantaram-me os Parabéns. Os 3. Sem bolo, mas apaguei a vela (que, by the way, iluminava o presépio). Chegou-me. Por este ano sim.

   Depois dos 24 e renovando as palavras de um amigo ausente mas que nunca deixou de o ser e que hoje se lembrou de mim: que o melhor dos 23 seja o pior destes 24.

   Apesar de tudo, tenho uma boa vida. Pode não ser a que sonhei, mas essa chegará. Sei que chegará.

 

Parabéns a mim, de mim!

   Prendinhas??? Claro que houve. Lindas, fofas, magníficas! A saber: um casaco de pelinho em tons de castanhos (demorei a render-me, mas rendi-me), umas skinny jeans, o último livro do Dan Brown - tudo pelos papás. Uma linda, linda carteira castanha que o namorado tão bem escolheu, umas calças pretas em jeito de leggins, umas "orelhinhas" de pelinho branco iguaizinhas às que usava em pequena (brincadeia do namorado) e dinheirito.

 

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