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1001 pequenos nadas...

...que são tudo, ou apenas esboços da essência de uma vida entre as gentes e as coisas, captados pelo olhar e pela mente livre, curiosa e contemplativa. Por tudo isto e tudo o resto: É PROIBIDA A ENTRADA A QUEM NÃO ANDAR ESPANTADO DE EXISTIR

1001 pequenos nadas...

...que são tudo, ou apenas esboços da essência de uma vida entre as gentes e as coisas, captados pelo olhar e pela mente livre, curiosa e contemplativa. Por tudo isto e tudo o resto: É PROIBIDA A ENTRADA A QUEM NÃO ANDAR ESPANTADO DE EXISTIR

O dia dos namorados - um (o) filme

   O dia em si já dá um belo filme: havia fila para comprar bilhetes, fila para entrar no cinema, fila para entrar na sala, fila para comprar pipocas (vício, vício!), fila para jantar o que quer que fosse, na florista não havia nem uma rosa e era quem mais exibia uma saquinha de prenda ou uma florzita enquanto passeavam de mão dada com o mais que tudo.

   Agora temos o filme. A ficção que tenta retratar a realidade. O filme pareceu-me um pouco exagerado no espírito "valentimnesco". Muito Good morning, good morning, it`s valentine`s day. As histórias não são muito diferentes das que por aí se vê: O pedido de casamento que acaba com uma relação, o medo do compromisso, os affairs, os melhores amigos que descobrem que são mais que isso, a solidão de uma vida dedicado à carreira, os tabus e o amor que tudo vence e tudo une no final. Atendendo à época, adequa-se. Não é um filme que apele ao sentimento profundo, porque roça o previsível. Está lá o amor, nas suas mais variadas formas, sem atingir os picos da lamechice.  Digere-se bem toda a acção, a história é light, até rimos em alguns momentos e percebemos o romantismo de outros, tudo isto misturado com umas boas pipocas e a companhia perfeita. 

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