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1001 pequenos nadas...

...que são tudo, ou apenas esboços da essência de uma vida entre as gentes e as coisas, captados pelo olhar e pela mente livre, curiosa e contemplativa. Por tudo isto e tudo o resto: É PROIBIDA A ENTRADA A QUEM NÃO ANDAR ESPANTADO DE EXISTIR

1001 pequenos nadas...

...que são tudo, ou apenas esboços da essência de uma vida entre as gentes e as coisas, captados pelo olhar e pela mente livre, curiosa e contemplativa. Por tudo isto e tudo o resto: É PROIBIDA A ENTRADA A QUEM NÃO ANDAR ESPANTADO DE EXISTIR

Rasos não! Não! Não!

  
Hoje fui trabalhar de sabrinas (pareceu-me a melhor opção para uma visita a um aeródromo, com passeio de bicicleta incluído). Não gosto de sapatos rasos. Não gosto. Não gosto. E não gosto. Ponto.
   Eu é sinónimo de salto alto. O meu metro e cinquenta e nove não se aguenta na rasura de uma sapatinho, por mais fofo que ele seja. O meu ego ressente-se, a minha auto-estima deprime, os meus calcanhares doem. E corro sempre o risco de ouvir comentários do género "Fogo, você é mesmo pequena" (B. 9 anos) ou "Meu Deus, o que é que deu à nossa menina hoje? Hoje a Na (não é este o meu nome profissional, ok?) não veio trabalhar, não, é impossível ser ela..." isto proferido a alto e bom som, num cruzamento bastante movimentado, de um lado (o delas) para o outro (o meu) da rua.
   Não gosto. Não, não, não. E não gosto de saber que amanhã vou trabalhar "rasa" de novo. As sapatilhas aguardam-me. Bah. Malditos passeios!
   O desespero é tal que precisei escrever sobre isto. Stupid girl!