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1001 pequenos nadas...

...que são tudo, ou apenas esboços da essência de uma vida entre as gentes e as coisas, captados pelo olhar e pela mente livre, curiosa e contemplativa. Por tudo isto e tudo o resto: É PROIBIDA A ENTRADA A QUEM NÃO ANDAR ESPANTADO DE EXISTIR

1001 pequenos nadas...

...que são tudo, ou apenas esboços da essência de uma vida entre as gentes e as coisas, captados pelo olhar e pela mente livre, curiosa e contemplativa. Por tudo isto e tudo o resto: É PROIBIDA A ENTRADA A QUEM NÃO ANDAR ESPANTADO DE EXISTIR

Life has its moments...

 

Make them unforgettable

(e a Pandora que me perdoe pelo roubo, pois o mérito do slogan é todo dela, mas parece-me perfeito, perfeito!)

  Mais do que uma história de vida, valorizo os momentos na (e da) vida. Pequenos grandes instantes, com princípio, meio e fim. Momentos inesperados, soltos, livres e surpreendentes. Momentos de satisfação, de prazer, de alegria, de "estupidificação", de sorrisos rasgados. E momentos de dor, de tristeza, de desilusão, de incompreensão e de lágrimas demasiado fáceis.

 Mais do que a felicidade, valorizo momentos felizes. Momentos em que tudo parece certo, em que a vida corre a um ritmo confortavelmente sereno e em que todas as coisas parecem conjugar-se da forma perfeita para nos sentirmos agradecidos pela oportunidade de estar ali, naquele momento, naquelas circunstâncias.

  A vida é feito de momentos (cliché!). Às cores e a preto e branco. Cheios de tudo e cheios de nada. Por todos eles deveriamos estar gratos e todos eles deveriam ser guardados bem cá dentro. Porque são eles que nos preenchem, que nos constroem e que nos ensinam. São os momentos felizes que nos tiram do escuro, que nos abrem os olhos, que nos dão o "plim! Afinal é isto que mais falta me faz". São os momentos que já vivémos que nos dão a coragem para o futuro, seja ele qual for. São eles que sustentam uma decisão, seja ela qual for. E são deles que os sentimentos são feitos, sejam eles quais forem. Os momentos lembram-nos o que já fomos, onde já estivemos, o que já sentimos. E lembram-nos que podemos ser, estar e sentir o que quer que seja, de novo, ou pela primeira vez.

   Os momentos, assim como as coisas realmente importantes da vida, são eternos. Vêm de fora para dentro e por cá ficam, ali entre o coração e a razão, uns mais para um lado, outros mais para o outro, mas sempre e para sempre inesquecíveis.