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1001 pequenos nadas...

...que são tudo, ou apenas esboços da essência de uma vida entre as gentes e as coisas, captados pelo olhar e pela mente livre, curiosa e contemplativa. Por tudo isto e tudo o resto: É PROIBIDA A ENTRADA A QUEM NÃO ANDAR ESPANTADO DE EXISTIR

1001 pequenos nadas...

...que são tudo, ou apenas esboços da essência de uma vida entre as gentes e as coisas, captados pelo olhar e pela mente livre, curiosa e contemplativa. Por tudo isto e tudo o resto: É PROIBIDA A ENTRADA A QUEM NÃO ANDAR ESPANTADO DE EXISTIR

Foi assim. E muito mais.

O termómetro andou para lá dos 30º e as noites andaram lá perto.
A praia foi praia, em todo o seu esplendor, calor e bronze.
O mar foi interminável e com uma temperatura surpreendentemente agradável.
Os finais de tarde foram os melhores momentos daquela praia.
Li que nem uma doida e isso deixou-me leve.
A comida era portuguesa e, por isso, indubitavelmente boa.
A piscina interior salvou-me nas horas de maior tosta.
Os passeios nocturnos revitalizavam-me.
Do alto de um 12º andar a vista era de cortar a respiração e entre uma varanda gigante e uma janela enorme, a última não viu nunca as suas cortinas serem corridas.
Adormeci com a olhar a noite e as estrelas.
Acordei com o sol a bater-me na cara.
Se não foi perfeição, andou lá perto.