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1001 pequenos nadas...

...que são tudo, ou apenas esboços da essência de uma vida entre as gentes e as coisas, captados pelo olhar e pela mente livre, curiosa e contemplativa. Por tudo isto e tudo o resto: É PROIBIDA A ENTRADA A QUEM NÃO ANDAR ESPANTADO DE EXISTIR

1001 pequenos nadas...

...que são tudo, ou apenas esboços da essência de uma vida entre as gentes e as coisas, captados pelo olhar e pela mente livre, curiosa e contemplativa. Por tudo isto e tudo o resto: É PROIBIDA A ENTRADA A QUEM NÃO ANDAR ESPANTADO DE EXISTIR

August Rush e o Som do Coração

 

   August Rush é um filme sobre o(s) som(s) do coração. August Rush é um menino movido pela música em busca da felicidade. August Rush é uma maravilhosa jornada de amor movida pela música. A música que separa e a música que reúne.

  August Rush faz-nos sonhar e acreditar. Faz-nos sorrir e chorar. Arrebata-nos o coração. Conquista-nos. 

   August Rush é um filme para ver com os ouvidos que nos mostra a força da música no amor e na vida.

    Simplesmente...ouçam-no.

 

Music is everywhere. All we have to do is...LISTENING: http://www.youtube.com/watch?v=MW3lF9W0g6o 

 

   Fabuloso desempenho de Freddie Highmore, o melodioso August Rush. Esplêndida banda sonora.

 

 

Pensar é esquecer

 

 

  Michael Anderson, especialista em investigação sobre a memória da Universidade de Oregon, tentou calcular o custo da "evaporação" de memórias. Segundo os resultados de uma década de "diários de esquecimentos" elaborados pelos seus alunos de licenciatura (a quantidade de tempo perdida à procura das chaves do carro, por exemplo), o perito calculou que os seres humanos desperdiçam mais de um mês em cada ano para compensar coisas de que se esqueceram. 

(...)

   Encontramos na evolução boas explicações para a razão pela qual a nossa memória nos falha da maneira específica que o faz. Se tudo aquilo que vemos, cheiramos, ouvimos ou pensamos fosse imediatamente armazenado nessa enorme base de dados que é a nossa memória de longa duração, ficaríamos submersos em informação irrelevante. 

(...)

   ...talvez seja o esquecimento, e não a memorização, que constitui a essência daquilo que nos torna humanos. "Pensar é esquecer", escreveu [Jorge Luís Borges].

 

(Extractos da repostagem «A memória - Porque lembramos, porque esquecemos», publicada na revista National Geographic, Outubro 2008)

Terapia de Amor

 

 

   "Só há uma forma de prender aqueles que amámos: largá-los, deixá-los ir para onde eles quiserem, que se gostam de nós, voltam."

(Margarida Rebelo Pinto, "Não há Coincidências")

 

   Porque o amor não escolhe idades, mas a idades escolhe, muitas vezes, o amor e a mais forte prova de amor é, também muitas vezes, deixá-lo ir. 

No berço da pátria

E o dia foi agradavelmente passado em Guimarães, com a melhor das companhias.

Entre o Castelo e o teu medo de que as pedras caissem (!!!), jardins, passeios, a subida à Penha no ovo voador (leia-se Teleférico da Penha) e a nossa postura rija de "não te mexas que isto abana", houve tempo para sorrisos, palavras, alegrias e muitas fotografias!

 

   Uma cidade historicamente bonita, que vale a pena conhecer melhor.

Já passou

   A noite foi longa. Uma, duas , três, quatro da manhã. O sono não chegou. Entre uma leitura e outra, o relógio corria rápido demais (sim!!!). Adormeci. Acordei de manhã e era mesmo verdade...era dia de fazer análises ao sangue!!!

   Malditas seringas que me tiram o sono e me põem num estado de ansiedade tal que nada nem ninguém me anima. É irracional, eu sei. Mas foi um "medo" que surgiu tardiamente depois de uma aparatosa perda de consciência num laboratório de análises, e esses são os piores de mudar. Desde aí, não há agulha que se salve e que que entre calmamente na minha pele. Não há sequer agulha que mereça um olhar meu!

   Não peçam explicações, nem tentem compreender. A minha psicologia dirá (e o DSM IV confirma) que se trata de uma fobia específica, tipo agulhas, seringas, feridas, sangue. Assim seja. Ainda há esperança para mim!

  

   E agora, já passou! (só falta a vacina da gripe )

 

   Pelo menos tive direito a acompanhamento da mamã e do namorado! Tens razão...Sou mesmo betinha...

E acha que a conversa cura alguma coisa?

  

   Ele é marido de uma doente Bipolar, tardiamente diagnosticada. Eles correram uma enorme quantidade de psiquiatras da zona Norte, em busca de respostas para as suas dúvidas e de qualidade de vida para a mulher. Num desses consultórios o marido sugere:

- "A minha esposa não deveria ser também acompanhada por um psicólogo, que lhe ajudasse a enfrentar o problema?"

   Ao que o excelentíssimo senhor doutor psiquiatra (está em letra minúscula propositadamente) responde, entre uma receita e outra:

- "E acha que a conversa cura alguma coisa?"

(subiu-me literalmente todo o sangue à cabeça)

   Ironicamente, foi um Psicólogo a primeira pessoa a explicar ao senhor que a esposa era doente Bipolar, a esclarecer-lhe todas as dúvidas, a ajudá-lo a lidar com a situação e a indicar-lhe a existência de uma associação de doentes bipolares.

 

   Sim. Atingiu o meu ego de psicóloga. Julguei que em pleno século XXI não existiam fundamentalismos como o acima referido, ainda para mais vindo de um "colega" que de profissional de saúde mental só deve ter mesmo o diploma.

   Não. A medicação não é a solução (embora fundamental em nuitos casos), muito menos a cura.

   E SIM! A "conversa" cura (os bons profissionais sabe disso...)

Nunca é Tarde Demais (The Bucket List)

 

   E se descobrissemos que temos menos de um ano de vida? O que fariamos?

  Este dois homens descobriram-se e juntos viveram intensamente os últimos dias das suas vidas. Elaboram uma lista com tudo aquilo que gostariam de fazer antes de morrerem e partem pelo mundo fora, em busca da aventura, da felicidade e da plenitude. O objectivo? Responder afirmativamente a duas questões:

        - Viveste uma vida feliz?

       - A tua vida fez os outros felizes?

   Nunca é tarde para alterar a resposta a estas questões.

  

 Mais uma vez, um notável desempenho do sempre mau feitio do irónico Jack Nicholson e a paz e tranquilidade da bela voz de Morgan Freeman.

A vida num salto alto

  

 

   Li algures por aí:

      Diz-se que nas antigas sociedades, tribos ou grupos os homens baseando as suas actividades na caça, pouco interferindo nos assuntos familiares. Em contrapartida, era da Mulher a missão de criar, educar e alimentar a família.

Estas actividades, conjuntamente a outras complementares que beneficiavam todo o grupo, faziam da Mulher um elemento de fundamental importância no processo todo. Nas reuniões, festas ou rituais tribais das sociedades primitivas, os homens prestavam a sua homenagem cantando e dançando para as suas Mulheres. Nestas festas, as Mulheres eram colocadas sobre pedestais de pedra de quase 2 metros de altura, de forma a ficarem acima dos homens. Para eles era uma forma de prestigiar e agradecer a importância e superioridade feminina!  Com o passar do tempo, estes pedestais foram sendo substituídos por plataformas presas aos pés das mulheres, cada vez mais baixas. Cada vez mais o pedestal foi se transformando num sapato com um salto que elevava a Mulher simbolicamente.

   A realidade é que os saltos são fruto de um tempo onde Homem e Mulher conviviam em entendimento pleno, sem competições, medos ou traumas. Mais do que isso, esta igualdade fazia realçar a importância da Mulher.

   Actualmente, a Mulher com um sapato de salto alto é vista por ela mesma como uma pessoa mais elegante, mais esguia, sendo que muitas se dizem sentir mais poderosas ao usá-los.

 

    Isto fez-me pensar...

   A minha adolescência e início de juventude foi passada entre sapatilhas e mais sapatilhas e sempre sapatilhas. Fizesse chuva ou sol, a sapatilha estava sempre presente. Aos poucos fui abrindo espaço a uma ou outra sabrina e a determinados pares de botas, mas sempre rasas! Tudo mudou quando os meus pés conheceram o verdadeiro sapato! A vida vista "do alto" tem muito mais piada. E quando se tem 1,58metros essas maravilhas de usar nos pézinhos tornam-se os nossos melhores amigos.

   Em poucos meses toda a minha "sapataria pessoal" foi renovada, e com  "vôos" cada vez mais altos. Shoes addicted assumida, tenho-os para todos os gostos. Abertos, fechados, vermelhos, verdes, brancos, castanhos, pretos (quem resiste a um belo sapato de salto preto? Neste momento conto 6 na minha prateleira!!!), cinzentos, beje...

   Mais do que um elemento de moda e da moda, um sapato de salto alto torna a mulher mais feminina e, talvez mesmo mais poderosa. Dá-nos um novo ar, um novo andar e uma nova atitude. Melhoram a auto-estima, dão-nos uma imagem cuidada, realçam qualquer coisa em nós (e quanto às mazelas causadas por este brinquedinho, é uma questão de saber escolher os sapatos adequados para os nossos pés e para cada circunstância).

   Um mero complemento diário, é certo. Um pequeno nada que marca a diferença, talvez. Certo é que um salto alto não precisa de estar necessariamente num sapato...mas que ajudam, lá isso ajudam.

  

Infância em Desenho Animado

   Quando a infância já lá vai, ficam aquelas recordações que nos tornavam os dias felizes. Entre elas estão com certeza os muitos desenhos animados que passavam na televisão na altura. Intemporais e únicos.

   Na minha memória ainda moram os genéricos de:

- Duck Tales

- Caça Fantasmas

- Tico e Teco

- Ursinhos Gummy

- Ursinhos Carinhosos (ursinhos carinhosos são tão fofinhos, são do bem)

- Kissyfur

- Smurfs

- Heathcliff

- Get along gang - A nossa Turma

- Popples

- Muppet Babies

- Dartacão

- Meu Pequeno Pónei

- Snoopy

- Inspector Gadget

- Super Mario Bross Show

- Louca academia de Polícia

- Dennis, O Pimentinha

- Capitão Planeta

- Tartarugas Ninja

- Denver, o dinossauro

- Conde Drácula

- Beverly Hills Teens

- Danger Mouse

- Flinstones

- Jetsons

- Scooby Doo

- Alvim e os Esquilos

- Ana dos Cabelos Ruivos (os meus favoritos de todos os tempos)

- Joaninha

- Panda Tao Tao

- Mofli

- Bocas, o Boi

   Entre tantos outros...

   Dá vontade de ser pequenina outra vez...