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1001 pequenos nadas...

...que são tudo, ou apenas esboços da essência de uma vida entre as gentes e as coisas, captados pelo olhar e pela mente livre, curiosa e contemplativa. Por tudo isto e tudo o resto: É PROIBIDA A ENTRADA A QUEM NÃO ANDAR ESPANTADO DE EXISTIR

1001 pequenos nadas...

...que são tudo, ou apenas esboços da essência de uma vida entre as gentes e as coisas, captados pelo olhar e pela mente livre, curiosa e contemplativa. Por tudo isto e tudo o resto: É PROIBIDA A ENTRADA A QUEM NÃO ANDAR ESPANTADO DE EXISTIR

A Alegria pega-se...

Heidi Klum

...é este o titulo de um artigo que nos diz que a capacidade de encarar a vida com optimismo é transmissível.

   Segundo um estudo realizado por investigadores norte-americanos, o responsável pelo nosso estado de espírito radiante pode ser um amigo, um amigo de um amigo ou até mesmo um amigo de um amigo de um amigo. Pode até ser um perfeito desconhecido, alguém que nunca vimos na vida. Estes investigadores acompanharam cerca de 5000pessoas ao longo de 20 anos e descobriram que o sentimento se propaga através das redes sociais, ou seja, a Felicidade é contagiosa!

   É como se as redes sociais fossem uma imensa manta de patcwork. Ligamo-nos a outras pessoas, que se ligam a outras, que se ligam a outras e assim sucessivamente. As pessoas a quem nos ligamos têm um impacto na maneira como nos sentimos. Assim, quantas mais pessoas felizes conhecermos, mais felizes seremos. Isto significa que somos centrais na nossa rede social, por isso, estar junto daqueles que nos fazem sentir bem, fazendo-os sentir bem também, parece que é coisa séria e importante. Se assim é e se a felicidade é mesmo contagiosa, podia que bem tornar-se endémica.

   Que alegria seria!

Anjos e Demónios

 

   Não podia deixar de ver. Porque sou fã dos livros de Dan Brown. E porque gosto de tudo o que questione verdades tidas como inquebráveis, com um gostinho especial por esse "gigante da sabedoria" que é a religião. 

   O filme encheu-me as medidas. Prendeu-me desde o primeiro minuto, embora já tenha lido o livro (também magnífico) e o filme não seja inteiramente fiel ao original de Dan Brown. Ainda assim, revestiu-se de simbologia, ironia (todos aqueles sacerdotes a chegar ao Vaticano carregados de telemóveis de última geração e camâras de filmar e fotografar é um momento deveras cómico), questionamento, dúvidas, luxúria, suspense, verdades e mentiras, anjos e demónios. 

   É a eterna luta entre ciência e religião. É a revelação dos mais misteriosos segredos. É um resgatar de tradições ocultas durante anos, séculos, gerações e gerações de crente fiéis. Porque a verdade é só uma: "A Religião não é infalível...porque o homem também não o é."

 

   Um grande filme, sim senhora!

 

Um minuto de tudo

- Que horas são?

- Seis e nove, seis e dez...é igual, um minuto não é nada.

 

   Foi proferido por mim. Sem pensar. irreflectidamente. Um minuto na vida de alguém, um minuto nesta vida é muito. Pode ser tudo. Num instante tudo muda. Num minuto tudo pode mudar.

 

   Um minuto basta para que estas palavras deixem de ser minhas para passarem a ser do mundo (é optimista a miúda!)! Não é uma grande mudança para um minuto só?

Fórmula da Longevidade

   A revista LuxWoman deste mês presenteia-nos com um artigo carregado de esperanças e boas intenções. Intitula-se "Para uma vida mais longa" e mostra-nos como pequenos gestos contribuem para somar anos à nossa vida. A saber:

   - Felicidade: +9 anos (começamos logo pelo mais complicado e mais relativo também)

   - Optimismo: +8anos (aqui está um que me agrada particularmente)

   - Casamento: +7anos e Divórcio: - 3anos (a meu ver, tudo dependerá do casamento, do significado deste e do sginificado do próprio divórcio, que muitas vezes até pode acrescentar anos de vida a uma pessoa)

   - Stress: - 2anos (e agora ficámos a saber que estamos TODOS condenados a -2anos de existência)

   - Riso: +1ano (assim tão simples? Afinal rir é mesmo o melhor remédio)

   - Animais de companhia: +2anos (e aqui está a desculpa que faltava para trazer um gatinho cá para casa).

   - Filho único: -5anos (5 anos??? Será castigo pelo mimo, pela atenção única? Eih!!Euñão pedi para ser filha única!Ou se calhar até pedi...)

  - Ser baixo: +5anos (e aqui compenso os 5 anos perdidos no ponto anterior. eu sabia que ser baixa haveria de ter as suas vantagens)

   - Fazer alongamentos: +1ano (alonga-se o corpo e vai que não vai, alonga-se a vida também)

   - Ser activa: +4anos (e quem não o é na sociedade actual?)

   - Excesso de exercício: -2anos (por aqui também não me apanham de certezinha)

   - Não dormir o suficiente: -5anos (foi por isso que hoje acordei ao meio dia...)

   - Bom Sexo: +4anos (e não é que só traz benefícios?)

   - Vida citadina: -3anos (são 3 anos a menos, mas não os trocava por nenhuma terrinha no meio do nada)

   - Quarto com vista: +2anos (com vista para onde? O meu tem vista para a rua e para as árvores, Serve?)

   - Sol: +2anos (e que bem me vão saber estes 2 aninhos extra,,,de sol, muito sol)

   - Lavar as mãos: +2anos (já era viciada, então agora...são 2 anos minha gente!)

   - Desportos radicais: -5anos (andar de salto alto na calçada portuguesa é desporto radical, certo?)

Guerra aberta

  

   Mummy: "Tu já vais ter mais celulite que eu.". Enquanto eu esfregava vigorosamentente as zonas críticas com um creme anti-celulite.

   Depois desta dura realidade, evidenciada pela minha própria mãe, não há auto-estima que se aguente. Quem me disse ao longo de todo o meu crescimento "Celulite? Tu não vais ter nada disso, és tão magrinha" enganou-me bem. E durante anos vivi na ilusão que mantendo um peso adequado estaria livre desse monstro! E ignorei os litros de coca-cola que ingeri por contraste à quantidade praticamente nula de água de bebia. E agora aqui estou eu, 23 anos, 47 quilos e o fantasma da casca de laranja a ameaçar as minhas pernas.

   Declaro guerra aberta a esse monstro, com direito a cremes, muita água, zero de refrigerantes e afins e exercício físico. Não passarás de uma ameaça bicho mau!

 

Mulher sofre!

A vida com histórias de final feliz

 

   Gosto de uma boa história. Seja ela de um livro, de um filme, de uma série ou até mesmo de uma telenovela (quem não dá uma espreitadela numa ou outra? Confesso que o faço mais para uma análise do guarda-roupa e outras para análise do comportamento humano, já que muita boa gente tende a tomá-las como modelo de comporamento). Gosto de me deixar envolver, de conhecer as personagens, de ver o evoluir da história, de imaginar o que se passará a seguir e qual será o final. Mas não gosto de estar a viver o meio da história e começar a perceber imediatamente o final que ela terá. Tira-lhe a magia do inesperado. Pior que isto é constantar que esses finais são sempre, ou quase (quase) sempre, finais felizes. É o típico "tudo está bem quando acaba bem". Os maus da fita são castigados e os bons da fita ganham o prémio do felizes para sempre. E depois há a questão dos casaizinhos...podem ter passado por mil e uma adeversidades, podem ser os seres mais incompatíveis do mundo, podem até padecer de doenças gravíssimas de cura quase impossível, mas uma qualquer força superior junta-os sempre no final, com direito a casamento de sonho e quartinho de criança para decorar.

   Não menosprezando estas histórias, questiono-me onde reside a realidade em todas elas? A vida não é um conto de fadas com um inevitável final feliz. Na vida nem sempre o provérbio "Depois da tempestade vem a bonança" ocorre. Na vida real, nem sempre o bem triunfa, as doenças nem sempre se curam milagrosamente, o amor nem sempre vence. Na vida de todos os dias, inesperado e imprevisível são os adjectivos que melhor a qualificam. E é isso que a torna tão fascinante de viver e tão intensa.

   As histórias com final feliz alimentam-nos os sonhos e é por lá que devem ficar. Nos sonhos. Nos sonhos que nos fazem sonhar com a cabeça nas nuvens...mas os pés bem assentes na terra.

Eu vou

 

   Amanhã a noite será passada no último dia da Queima das Fitas do Porto. Em memória dos bons velhos tempos de estudante, ao som de Rui Veloso (os Perfume que me desculpem mas só vos conheço uma música, que por acaso até incluiu o Rui Veloso) e dos mil e outros sons das muitas barraquinhas que preenchem esta velha tradição académica. 

   Cheira-me que a nostalgia andará à solta amanhã à noite...E concerteza muitos outros cheiros me irão invadir assim que entrar naquele recinto, muitos deles nada, nada agradáveis.

Sorry

 

   É o trabalho, é a tese de mestrado, é a vidinha. Estou ausente, mas não afastada deste maravilhoso mundo.

   Retomarei a rotina em breve. Prometo.