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1001 pequenos nadas...

...que são tudo, ou apenas esboços da essência de uma vida entre as gentes e as coisas, captados pelo olhar e pela mente livre, curiosa e contemplativa. Por tudo isto e tudo o resto: É PROIBIDA A ENTRADA A QUEM NÃO ANDAR ESPANTADO DE EXISTIR

1001 pequenos nadas...

...que são tudo, ou apenas esboços da essência de uma vida entre as gentes e as coisas, captados pelo olhar e pela mente livre, curiosa e contemplativa. Por tudo isto e tudo o resto: É PROIBIDA A ENTRADA A QUEM NÃO ANDAR ESPANTADO DE EXISTIR

Foi assim. E muito mais.

O termómetro andou para lá dos 30º e as noites andaram lá perto.
A praia foi praia, em todo o seu esplendor, calor e bronze.
O mar foi interminável e com uma temperatura surpreendentemente agradável.
Os finais de tarde foram os melhores momentos daquela praia.
Li que nem uma doida e isso deixou-me leve.
A comida era portuguesa e, por isso, indubitavelmente boa.
A piscina interior salvou-me nas horas de maior tosta.
Os passeios nocturnos revitalizavam-me.
Do alto de um 12º andar a vista era de cortar a respiração e entre uma varanda gigante e uma janela enorme, a última não viu nunca as suas cortinas serem corridas.
Adormeci com a olhar a noite e as estrelas.
Acordei com o sol a bater-me na cara.
Se não foi perfeição, andou lá perto.

Nascida para...

 

   Numa loja da moda uma senhora, jovem, levava pela mão uma outra senhora, de idade já avançada e claramente debilitada. Andavam as duas às compras, entre camisolas em tons nude com aplicações e malas com franjas. Andavam, as duas, de mão dada. A mais jovem mostrava à mais idosa, que prontamente comentava, com a voz trémula: "Essa é bonita", "Antes quero essa", "Essa é gira, mas é para ti".

   É o género de cenário que me comove sempre, que me derrete o coração, me arranca sorrisos e me faz pensar que, decididamente, eu nasci para estar junto dos mais idosos. Pessoalmente e profissionalmente, porque até hoje, nada me preencheu e realizou tanto como os meses em que fui psicóloga num centro geriátrico. Profissionalmente e pessoalmente.

Ora então falemos de férias

   Começamos com um "regresso ao passado", aproveitamos a sugestão do Prof. Aníbal e no dia 3 rumamos a sul para uma semana de sol, praia e oceano Atlântico no nosso Algarve.

 

 

   Terminamos com a última semana de Agosto a voar rumo à Bulgária, para uma semana de descoberta, sol, praia, Mar Negro e muitos beijinhos.

 

 

   Nos entretantos, vamos tentar viver economicamente dentro da normalidade.

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