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1001 pequenos nadas...

...que são tudo, ou apenas esboços da essência de uma vida entre as gentes e as coisas, captados pelo olhar e pela mente livre, curiosa e contemplativa. Por tudo isto e tudo o resto: É PROIBIDA A ENTRADA A QUEM NÃO ANDAR ESPANTADO DE EXISTIR

1001 pequenos nadas...

...que são tudo, ou apenas esboços da essência de uma vida entre as gentes e as coisas, captados pelo olhar e pela mente livre, curiosa e contemplativa. Por tudo isto e tudo o resto: É PROIBIDA A ENTRADA A QUEM NÃO ANDAR ESPANTADO DE EXISTIR

Digam, por favor, que partilham do meu sofrimento

 

   Comprar calças de ganga é, para mim, um desafio enorme. Não compro um parzinho que seja há cerca de 1 ano, pura e simplesmente, porque não arranjo nenhumas que me fiquem bem (isto dentro dos pârametros económicos que estabeleço para umas calças de ganga).

   Eu que já fui uma verdadeira coleccionadora desta peça de roupa, contento-me agora com uns míseros 3 pares.

  

   Senhores criadores de calças de ganga, quando começam a conjugar na perfeição cinta-rabo-coxas, para mulheres reais???

Hoje fomos Comer, Orar e Amar


   Depois do livro lido há 2 anos atrás, soube bem ver as palavras em imagens. 
   O espírito "find yourself" está lá, a Julia Roberts não desilude (as usual) e o Javier Bardem parece-me demasiado envelhecido. De resto, faz-nos pensar que todas deveriamos ter a coragem de largar tudo e partir......à procura de nós mesmas, à procura do melhor de nós, à procura daquilo que realmente nos faz sentir o sangue pulsar nas veias e nos faz "sorrir até com o fígado". 
   "Attravessiamo" deverá ser a nossa palavra...
 

 

   E, sem dúvida, Roma é um perfeito lugar de fuga. Italiano, misturado com massas, misturado com gelados, misturado com pizza, misturado com bonitas fotografias...

 

Ora então o que tens andado a ver?

Mais um típico filme dos últimos tempos - a procura de um sentido para a vida, à procura do nosso eu uma vida inteira.
Talvez valha pelo elenco. A história em si é um pouco déjá vu.
De vez em quando sabe bem um pouco de acção para sair da rotina, ainda para mais com uns apontamentos de humor masculino.
Caiu bem para "desenjoar", até porque oferece uma história bem light. Mais uma vez, valerá pelo elenco.

É impressão minha...

Ou saltamos directamente da Primavera para o Inverno?
Por cá temos o perfeito Domingo de Inverno: chuva+namorado+gato+chá...
(e um quase-estado de letargia depois de uma valente visita da amiga enxaqueca que me deixou praticamente toda a noite a ouvir a chuva e a ingerir Panadol Extra em quantidades assustadoras)

Afinal, o que é ser um homem bonito?

   Jude Law e Clive Own são, para mim, dois dos melhores exemplos do que é ser um homem bonito. Mas a verdade é que não sei muito bem o que é isso de se ser um homem bonito. Na minha adolescência, não sonhava com o Brad Pitt. Em vez disso, suspirava pelo Josh Hartnett, pelo Pedro Granger (!!!!), pelo rapazito loiro da publicidade Calvin Klein, ou pelo Richard Gere (!!!).
   Tendencialmente, nunca apreciei o "bonito universal", aquele que passa e põe todas a suspirar. Sempre preferi ver para além de, e não falo da beleza interior, porque essa implica um conhecimento mais aprofundando, impossível de reter com contactos iniciais. Para mim, era bonito quem me cativava de alguma forma, sem perceber como ou porquê. Hoje continuo a sentir o mesmo, sendo que lhe juntei uma boa dose de charme, carisma e personalidade. É isso que torna um homem bonito aos meus olhos: aquilo que nunca serei capaz de explicar.
   E para vocês, o que é um homem bonito?
   E já agora, quem é um homem bonito (e não vale dizer "o meu namorado/marido").

Por cá, entramos oficialmente no Outono

 

   Guardei de vez os vestidinhos mais decotados, os tops, as t-shirts, as sandálias e a toalha de praia e vesti um pijama de manga comprida.

 

   O gato já só quer dormir debaixo dos lencóis ou dentro do guarda-vestidos.

 

   Eu voltei a usar collants.

 

   Já me apetece usar muito preto e cinzento.

 

   Posto isto, estamos prontas para as castanhas! 

Helen (ou de como a tirsteza não é depressão)

   Aqui está um filme que deveria ser de visualização obrigatória para TO-DO o ser humano.
  Quando fortunas são gastas em anti-depressivos e ansiolíticos e quando meio mundo parece sofrer de depressão, vale a pena saber um pouco mais acerca dessa doença. Sim, porque depressão não é tristeza; depressão é doença. Não se vê chegar, não se sente, nunca se compreende e nunca se explica. Quando se sente, já o mundo ruiu, já a vontade se foi e já a vida perdeu todo o sentido. Todo mesmo, durante dias e dias, meses e até anos. Não fica nada, a não ser a loucura e uma dor tão profunda, que já nem da morte se tem medo. É a dor, ou nada.
  
   Talvez os primeiros a ser sensibilizados para estas diferenças deveriam ser os profissionais de saúde, já que grande parte da prescrição de antidepressivos e ansiolíticos é feita pelos médicos de família, que não serão de todo as pessoas mais indicadas para perceber estas pequenas grandes diferenças. Depois surgem os rótulos e depressa nos tornamos "depressivos", até porque isso de "ser doente da cabeça" parece ser moda, quando o que verdadeiramente nos falta são recursos internos que nos permitam lidar de forma adequada com as diversas adversidades da vida. E, de repente, não existem mais pessoas tristes, mas apenas e só pessoas co o rótulo de deprimidas, que se agarram a esse rótulo como se de um barco salva vidas no meio de um mar revolto se tratasse, esquecendo-se que, mesmo no meio de uma grande tempestade, continuam a ter braços que lhe permitem nadar para um porto seguro.
   Tristeza todos sentimos. Mesmo uma tristeza profunda que nos parece corroer por dentro. Mas essa tristeza nunca nos arranca os braços.  
   A verdadeira depressão, felizmente, poucos conhecerão. E essa não corrói, mata emocionalmente e, a partir daí, tudo é possível. Essa já arrancou os braços mesmo antes de ser sentida e é precisa muita, muita coragem, para aceitar ser salvo pelos braços de outra pessoa.

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