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1001 pequenos nadas...

...que são tudo, ou apenas esboços da essência de uma vida entre as gentes e as coisas, captados pelo olhar e pela mente livre, curiosa e contemplativa. Por tudo isto e tudo o resto: É PROIBIDA A ENTRADA A QUEM NÃO ANDAR ESPANTADO DE EXISTIR

1001 pequenos nadas...

...que são tudo, ou apenas esboços da essência de uma vida entre as gentes e as coisas, captados pelo olhar e pela mente livre, curiosa e contemplativa. Por tudo isto e tudo o resto: É PROIBIDA A ENTRADA A QUEM NÃO ANDAR ESPANTADO DE EXISTIR

Em dia de chamada às urnas

 

 

 

   Mantive-me fiel à abstenção sem consciência pesada (eu sei, eu sei, má cidadã me confesso!) e troquei a cruzinha, que no meu caso seria em lugar nenhum, por uma belissíma caminhada de 6km à beira-rio, de mão dada e solzinho a aquecer-nos num Domingo frio, mas bonito.

Geração Morangos com Açúcar

 

R. (10 anos): "O problema é que para eu estar atento e aprender é que, quando saio da aula anterior, tenho de apagar tudo do cérebro para poder encaixar tudo o que vou aprender na aula seguinte, porque senão não cabe tudo aqui na cabeça.

(...)

   "Mas o que é estranho é que quando vejo os Morangos com Açúcar lembro-me sempre do episódio anterior e na escola nunca me lembro da aula anterior.

 

Mãe do R.: "Então tens de pensar que as aulas são como os Morangos, para nunca te esqueceres da aula anterior."

 

R. : "Oh, não digas isso. Agora vou estar sempre nas aulas a pensar nos Morangos com açúcar e não vou conseguir aprender nada!"

Dos reencontros que nos fazem bem

 

 

   Ontem reencontrei-me com alguns dos meus amigos de escola e nada me poderia ter sabido melhor! Perceber que, tantos anos passados, com tanta ausência e tantos silêncios, ainda conservamos uma certa cumplicidade que nos permitiu saltar de conversa em conversa e vaguear pelas mais diversas e felizes recordações.

   O sentimento geral era de "meu deus, estamos tão crescidos, tão adultos, tão cotas!". Afinal, das últimas vezes que partilhamos momentos, éramos jovens na força da idade, ansiosos pelo que aí vinha, cheios de sonhos e ilusões, com os nossos momentos de parvalheira absoluta, sem certezas algumas, a não ser a de que iriamos sugar "o tutano da vida" e "ser amigos para sempre". Ontem acreditamos no aqui e no agora, aprendemos a valorizar o passado e percebemos que o futuro não deve ser programado mas construído dia-a-dia. Ontem não fizemos qualquer promessa, mas fartamo-nos de rir dos momentos passados. Ontem percebemos que eramos muito bons juntos e que aquilo que vivemos acabará, inevitavelmente, por nos unir para sempre. Ontem percebi que ainda gosto muito daquelas pessoas e que vou gostar delas para o resto da minha vida. Afinal, foi com elas que cresci e foram elas que nunca deixaram de me fazer sorrir. Talvez precisamos mesmo daqueles anos de ausência e distância, para fazermos o mais importante dos crescimentos: o individual, que nos torna "nós". E hoje somos adultos que foram jovens juntos. Com tudo o que isso significa, que é tanto, que as vezes não nos apercebemos da sua importância.

Dizei-me se partilhais deste meu sentimento

 

 

 

   O meu problema nem é acordar cedo, embora ache que tudo o que seja anterior às 9h seja um crime, convertido em homicídio grave caso a coisa se dê antes das 8h. Mas como dizia, o meu problema não o acordar cedo em si. O que me incomoda mesmo - mesmo, ao ponto de me deixar de trombas tout le jour é que sempre que tenho de acordar mais cedo do que é habitual, acordo 1h antes do despertador tocar e fico ali a pensar: ainda posso dormir mais 1h...ainda posso dormir mais 40minutos...ainda posso dormir mais meia hora...Quando o despertador toca, eu estou a dormir profundamente, adormecida nos últimos 10 minutos antes da hora H. E depois? Depois ando o dia todo cheia de sono!

 

   Arre!!!

Há coisas fantásticas, não há?

 

   Lyonce Viiktória...diz-vos algo?

 

   Pois deveria..."isto" é, nada mais nada menos, que o nome (!!!) da filha de Luciana Abreu e Djaló. Ela bem nos avisou que ia haver fusão, mas mesmo assim não consegue deixar de nos surpreender. Nem chego a perceber se aquilo se pode mesmo incluir na categoria dos nomes próprios.

   A mãe da Lyonce, elucida-nos:

É uma linda princesinha com o nome de LYONCE VIIKTÓRYA. Lyonce da fusão de Luciana e Yannick e Viiktórya pelo nosso amor ter triunfado e ter vencido todos os obstáculos e má lingua de tanta gente, principalmente daqueles que até hoje só apareceram na nossa sombra, graças à nossa luz e por sermos figuras públicas tão mediáticas.

 

   Aliás, quando se fala em mediatismo, só nos ocorrem os nomes destes dois, a que agora teremos de acrescentar esta pequena pérola dos nomes.  

 

   Mas há mais, que o casalinho não faz a coisa por menos. Diz a mãe da Lyonce (é bom que nos comecemos a habituar) que o papá Djaló ajudou a bebé a nascer e que, tchananan!!!, há fotos de tudo, que, tchanananan ainda maior, serão brevemente partilhadas com todos os seus fãs!!!!

   Meeedddoooo...o que será que aqueles dois estão dispostos a mostrar para serem figuras públicas mediáticas? Ups! Esqueci-me que eles já são figuras públicas tão mediáticas.

 

   Só me ocorre dizer: "Perdoai-lhes senhor, que eles não sabem o que dizem." (aposto que nem sabem pronunciar o nome da filha!)