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1001 pequenos nadas...

...que são tudo, ou apenas esboços da essência de uma vida entre as gentes e as coisas, captados pelo olhar e pela mente livre, curiosa e contemplativa. Por tudo isto e tudo o resto: É PROIBIDA A ENTRADA A QUEM NÃO ANDAR ESPANTADO DE EXISTIR

1001 pequenos nadas...

...que são tudo, ou apenas esboços da essência de uma vida entre as gentes e as coisas, captados pelo olhar e pela mente livre, curiosa e contemplativa. Por tudo isto e tudo o resto: É PROIBIDA A ENTRADA A QUEM NÃO ANDAR ESPANTADO DE EXISTIR

Here I go again on my own

 

 

   Finalmente me inscrevi num ginásio!

 

   Terminada a fisioterapia, vi-me quase obrigada a continuar a praticar exercício físico, sendo que as caminhadas diárias que faço e alguns exercícios na Power Ball não são suficientes para manter a minha coluna adormecida, vai daí lá tive de abrir os cordões à bolsa e inscrever-me e é óbvio que vou andar uns 3 ou 4 dias a chorar o dinheiro rídiculo que tive de lá deixar hoje +ara inscrições, seguros e mensalidade. Assim como assim, lá me hei-de habituar a este gasto extra.

 

   Hoje, pela primeira vez, experimentei uma aula de Pilates, afinal a minha intensa actividade física deve limitar-se a Pilates, natação e mais umas coisitas ligeiras na água. Diz o Sr. Dr. Achei giro, sim senhora. Uma espécie de yôga menos intensivo em persistência e mais intensivo em esforço. Coisa para me agradar, portanto.

 

   E agora lá iremos, duas vezes por semana, que sou uma rapariga que gosta de ter uns finais de tarde de dolce faire niente. A motivação está cá. E se não estivesse, o facto de pagar uma mensalidade, quase me obriga a sentir-me motivada.

Foi a loucura minha gente!!!

 

 

   Qual não é o meu espanto quando chego aqui ao estaminé e me deparo com 18 novos comentários em menos de 24h !!??!!!

   Mas que coisa boa! Aqui o meu pequeno nada fica deliciado com as vossas visitas! Pois então, muito obrigada, sejam muito bem-vindos e voltem sempre!

Uma experiência potencialmente perigosa

 

   Já alguém vivenciou a experiência de passar uns minutos, vá, entre os 10 e os 15, num refeitório pleno de criançada entre os 1 e os 5 anos de idade?

   Pergunto-me como é possível sobreviverem a dias e dias de trabalho naquele local...

   Eu já vi muita coisa, mas loucura como aquela...

   Haverá ouvido que aguente? Haverá cabeça que não preciso logo de atestado médico?

Histórias com gente dentro #7

   O G. tem 2 anos e meio e sabe as letras todas, reconhece-as e identifica-as e até sabe que o M é de Mãe. Os números também não são problema e podemos pedir-lhe para contar até ao infinito e mais além. Como se não bastasse, as formas geométricas também são canja para ele e não há "triangalo", "rectangalo" ou "hexáganos" que lhes escapem. Na verdade, nem a "lipse" lhe escapa. Aliás, de nada me admiraria se amanhã chegasse lá e ele começasse a ler.

   E o G. fala muito mal, não gosta de brincar com os outros meninos, nem é capaz de realizar uma actividade não orientada ou sem a presença de um adulto ao seu lado. Chega a esta parte e eu fico preocupada com o G., que é ainda tão pequenino para rótulos ou diagnósticos complicados. Porque ele é uma criança complicada.

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