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1001 pequenos nadas...

...que são tudo, ou apenas esboços da essência de uma vida entre as gentes e as coisas, captados pelo olhar e pela mente livre, curiosa e contemplativa. Por tudo isto e tudo o resto: É PROIBIDA A ENTRADA A QUEM NÃO ANDAR ESPANTADO DE EXISTIR

1001 pequenos nadas...

...que são tudo, ou apenas esboços da essência de uma vida entre as gentes e as coisas, captados pelo olhar e pela mente livre, curiosa e contemplativa. Por tudo isto e tudo o resto: É PROIBIDA A ENTRADA A QUEM NÃO ANDAR ESPANTADO DE EXISTIR

Uma vida no singular

 

   Um destes dias, em conversa com os meus dois colegas da equipa de psicologia da instituição (ou melhor dizendo, em plena reunião de serviço), referi que cada vez acredito menos nessa capacidade que algumas pessoas afirmam ter e que lhes permite viver absolutamente sós durante toda a vida, opinião de que eles discordaram com um simples "há pessoas suficientemente egoístas para o fazerem".

  

   Eu, individualista por natureza e feitio, tenho visto as minhas dúvidas aumentarem dia após dia. Não falo do viver-só-sem-relacionamentos-amorosos-sérios-e-para-toda-a-vida, porque nessa capacidade de não se prenderem a companheiros "românticos" durante toda a vida eu ainda acredito. Vou um pouco mais além, até àquelas pessoas que simplesmente afirmam não necessitarem de qualquer laço afectivo, tornando todas as relações momentâneas e de circunstância, desligando-se inclusive dos laços familiares. É neste tipo de pessoas, ou de forma de vida, que eu não acredito. Porque ninguém consegue estar e viver completamente só. Em algum momento vamos precisar de ter alguém connosco que não aquela pessoa com quem tomámos um copo ou bebemos um café à beira-mar. Na vida real, uma página de Facebook repleta de "amigos" não chega. Um dia, e esse dia acaba mesmo por chegar, vamos precisar de nos sentirmos amados por alguém e vamos precisar de amar de volta, de gostar, de sentir falta, de sentir essa tão nossa saudade, de sofrer com a ausência. De sentir. E sem apego não sentimos nada. Sozinhos não somos nada, não temos nada e não podemos afirmar que estamos verdadeiramente a viver. Porque os laços fazem parte da vida e isso dos novos ermitas é modernice que não facilita em nada a nossa passagem por esta realidade. Eventualmente, chegará o dia em que conjugar sempre o verbo na primeira pessoa do singular nos cansará. Porque ninguém vive sozinho.

Olha quem está de volta

 

 

   Diz que se usam outra vez às calças "à boca de sino" e que agora lhe chamam "pata de elefante". Eu, que já fui adepta ferrenha da tendência, devo confessar que gosto. Outra vez. Não fazendo delas um "estilo pessoal", gosto de variar entre as habituais skinny ou outros modelos bem apertadinhos ao calcanhar e este modelos que nos dão maior liberdade. Para já conto apenas com um modelito destes em ganga e um outro num tecido mais "clássico" mas tenciono acrescentar mais um ou dois modelitos ao meu closet, embora tenha sentido alguma dificuldade em encontrar um modelo perfeito, que não nos faça parecer uns potezinhos (principalmente para quem é baixa e de coxa fofa). Ainda assim, sou admiradora da tendência!

Handbag organizer - eu já tenho o meu!

 
   Eu sou daquelas mulheres que gosta de combinar a carteira com a roupa, pelo que sou incapaz de usar sempre a mesma carteira. O problema disto é que acabava sempre por perder alguns minutos a transferir todo o conteúdo de uma carteira para a outra. Até hoje.
   Já tinha ouvido falar destes organizadores de carteiras, onde colocamos tudo no seu devido lugar e ganhamos logo duas vantagens: a primeira, tudo está no sítio certo e não perdemos tempo à procura do baton ou das chaves do carro. E segunda, para mudar de carteira é só pegar no organizer e missão cumprida! Este fim-de-semana encontrei-os na Primark e por apenas 3€ as minhas manhãs tornaram-se ligeiramente menos complicadas. Agora o difícil mesmo é decidir que mala levar amanhã...

New in!

 
Blusa chiffon coral Primark (15€
(parece rosa, mas ao vivo é de um tom coral lindo! E aquela gola conquistou-me)

 

 
Blusa chiffon branca Primark (13€)
(haverá algo que não combine com uma blusa branca?)

 

 

Blazer preto Zara (39.90€)

(um básico absolutamente indispensável e assenta que é um mimo!) 

 

PS - Este mês não volto a entrar num shopping! 

Home cinema da semana #2

 
Não há ano cinematográfico no qual não façam um filme de homens com músculos a rebentar pelas costuras aos murros uns aos outros.
E assim tivemos mais um, desta vez sem luvas e com laços sanguíneos. Ainda assim, não me convenceu. Não sendo mau, também não nos faz suspirar e lamentar o The End.

 

 
Este sim, um filme que vale a pena!
Embora tenha alguns momentos um pouquito desprendidos da realidade, é sem dúvida um bom filme. Carregadinho de inocência, magia, dor e muito amor. E só tenho a acrescentar que aquele rapazinho merecia um, dois ou três óscares! Excelente desempenho!

 

 
Michele Williams está uma Marilyn fantástica, a interpretar uma mulher que seria muito interessante ter no meu gabinete de consultas.
É um filme que vale sempre a pena ver para conhecermos um pouco melhor a fragilidade daquele mulher tão cheia de tudo, que foi tanto e que simplesmente não aguentou esse tudo que queriam fazer dela.

 

 
Basicamente é isto: finalmente um filme que me conseguiu fazer rir!