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1001 pequenos nadas...

...que são tudo, ou apenas esboços da essência de uma vida entre as gentes e as coisas, captados pelo olhar e pela mente livre, curiosa e contemplativa. Por tudo isto e tudo o resto: É PROIBIDA A ENTRADA A QUEM NÃO ANDAR ESPANTADO DE EXISTIR

1001 pequenos nadas...

...que são tudo, ou apenas esboços da essência de uma vida entre as gentes e as coisas, captados pelo olhar e pela mente livre, curiosa e contemplativa. Por tudo isto e tudo o resto: É PROIBIDA A ENTRADA A QUEM NÃO ANDAR ESPANTADO DE EXISTIR

Ela não falha uma!

 

 

   Uma coisa é certa: se era fama que ela queria, vai pelo caminho certo! Não há revista que não fale de Luciana Abreu. Ora o divórcio, ora fizeram as pazes, ora foram ao cinema juntos, ora ele acusa-a de assaltar a casa, ora casa, ora descasa...No meio de tudo isto haverá ainda alguém que se lembre dos seus dotes vocais?

Valeu a pena esperar (new in!)

Andava a namorar esta blusa da Zara há vários meses (provavelmente desde que ela chegou às lojas). Várias vezes me decidi "é hoje que a vou levar para casa", mas os 39.90 sempre me fizeram recuar na decisão. Chegaram os saldos e ela baixou para 25,90. Continuei a achar demais, até porque tinha estabelecido a meta dos 20€ para blusas em saldos. Hoje entrei na Zara e lá estava ela, a 19,90€. Procurei desesperadamente entre L´s e M´s e eis que encontro a piquena em XS, mesmo mesmo o meu tamanhinho. Claro que desta vez não escapou! Valeu ou não valeu a pena esperar e ser paciente?

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Sinopse

Joaquim não queria acreditar no que os seus olhos viam. Tinha saído a salto de Portugal, viajado apertado em camionetas de gado, andado quilómetros e quilómetros a pé, à chuva e à neve, quase tinha perdido a vida nos Pirenéus e agora estava ali. Na capital portuguesa em França. O sítio onde, todos lhe garantiam, podia enriquecer e concretizar os seus sonhos. Mas o que via era um bairro de lata. Sentia os pés enterrarem-se na lama. Olhava para as barracas miseráveis e para os fardos de palha que faziam as vezes de uma cama. Mas, Joaquim não estava disposto a baixar os braços. Em Longe do meu Coração retrata com mestria e realismo, o quotidiano dos portugueses que partiram em busca de uma vida melhor, sonhando um dia regressar ricos à terra que os viu partir pobres. Para Joaquim, Portugal estava longe. Era ali, em França, na terra que lhe dava de comer, que queria vingar, que prometia, à força do seu trabalho, derrubar fronteiras e preconceitos. O plano estava traçado. Iria abrir uma empresa de construção, com o seu amigo Albano, enriquecer e, depois de ter casa montada com carro com emblema no capô, estacionado à porta, iria pedir a mão da sua Françoise, a professora de Francês que lhe abriu o mundo das letras e do amor. Mas, cedo Joaquim vai descobrir que há barreiras difíceis de ultrapassar.

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   Tenho de ser sincera: não gostei particularmente deste livro, que à partida tinha tudo para me interessar e entusiasmar - novamente o retrato de uma parcela da história de Portugal, porque a emigração é sem dúvida uma costela da nossa nação. É certo que vai retratando alguns aspectos importantes e nos fornece dados importantes, mas fica sempre aquela sensação de que falta qualquer coisa, de que tudo é demasiado previsível e sem grandes emoções. Foi uma pequena desilusão. Ainda que o tenha lido de uma assentada, não me sinto muito tentada a conhecer outros livros do escritor.

Pequeno apontamento

Estou verdadeiramente rendida ao novo catálogo da Mango. Está carregadinho de coisas giras e estou cheia de vontade de ir dar uma espreitadela à loja (por norma, ao vivo, a Mango acaba sempre por me desiludir).

Por este andar, só o Inverno é que se safa

 
   Depois dos picos depressivos da Primavera e do Outono (eu já me começo a preparar para a quantida de "Ai que eu ando tão mal" que vou encontrar assim que o verão terminar), parece que também o Verão é responsável por alguns episódios depressivos. Diz que a culpa é do sol e das férias....como é possível, minha gente? Deprimir porque temos um sol maravilhoso a aquecer-nos a pele e deixar-nos usar roupas alegres e tão leves? Deprimir porque temos férias para desligar da rotina (mesmo que não se vá para lado nenhum, são férias! E nas férias não se trabalha!)? COm tantos motivos que já existem para deprimirem, ainda foram arranjar o coitado do Verão, que é cada vez mais curto e mais rápido a passar??? Bora lá arrebitar, que o Carnaval são três dias e o Verão 3 meses e é preciso aproveitá-lo como se não houvesse amanhã! Deixemos de querer os dias frios de Inverno, enrolados em mantas e mais mantas, de nariz vermelho e mãos gelados, a beber um chocolate quente e a ver uma comédia romântica ao Domingo à tarde! Viva o Verão! Viva a vida! E fora com as depressões! Fora com as desordens afectivas sazonais!!!