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1001 pequenos nadas...

...que são tudo, ou apenas esboços da essência de uma vida entre as gentes e as coisas, captados pelo olhar e pela mente livre, curiosa e contemplativa. Por tudo isto e tudo o resto: É PROIBIDA A ENTRADA A QUEM NÃO ANDAR ESPANTADO DE EXISTIR

1001 pequenos nadas...

...que são tudo, ou apenas esboços da essência de uma vida entre as gentes e as coisas, captados pelo olhar e pela mente livre, curiosa e contemplativa. Por tudo isto e tudo o resto: É PROIBIDA A ENTRADA A QUEM NÃO ANDAR ESPANTADO DE EXISTIR

Passado e futuro no presente

«-Não somos fruto do que aprendemos?

  - Aprendemos no passado, mas não somos fruto disso. Sofremos no passado, amamos no passado, choramos e sorrimos no passado. Mas isso não serve para o presente. O presente tem os seus desafios, o seu mal e o seu bem. Não podemos culpar o passado nem agradecer-lhe pelo que está a acontecer agora. Cada nova experiência de amor não tem absolutamente nada que ver com as experiências passadas: é sempre nova.

   (...)

   - (...) Não somos aquilo que as pessoas desejavam que fôssemos. Somos quem decidimos ser. Culpar os outros é sempre fácil. Uma pessoa pode passar a vida a culpar o mundo, mas os seus sucessos ou as suas derrotas são da sua inteira responsabilidade. Pode tentar parar o tempo, mas estará a desperdiçar a sua energia.

   (...)

   - Mas neste momento há uma série de coisas que preciso de resolver.

   - Essas coisas estão naquilo a que chama "passado" e aguardam uma decisão naquilo a que chama "futuro" - digo - Elas entorpecem, poluem e não deixam que perceba o presente. Trabalhar apenas com a experiência é repetir soluções velhas para problemas novos. Conheço muitas pessoas que só conseguem ter uma identidade própria quando falam dos seus problemas. É assim que elas existem: porque têm problemas que estão ligados ao que julgam ser " a sua história".

   (...)

   - É preciso um grande esforço para se libertar da memória, mas, quando consegue fazê-lo, começa a descobrir que é mais capaz do que pensa. Habita neste corpo gigantesco que é o Universo, onde estão todas as soluções e todos os problemas. Visite a sua alma em vez de visitar o passado. (...)»

Paulo Coelho, "Aleph"

Hem? Hum? Como?

 

   Solicitaram-me hoje mais uma colaboração para a revista da nossa instituição. Desta vez o tema é «A razão sensível». Assim ao primeiro impacto devo já dizer que me deu dores de barriga, pois não face a mais pequena ideia do que possa ou deva escrever. Ou melhor, sobre o que deva escrever! Completamente subjectivo! Completamente perdida!

   Eu sei que a inspiração vai surgir algures nas próximas 2 semanas...

Wishlist para Novembro/Dezembro

  

    Coisas básicas e essenciais (esta é a desculpa de sempre) que terei de comprar este mês e, eventualmente, no próximo:

   - um casaco quentinho, do tipo 3/4, numa cor que não preto. Tenho 3 casacões de inverno, todos eles mais compridinhos, mas preciso de um mais casual e mais curto, principalmente para dias não tão frios.

   - umas calças pretas, provavelmente do tipo skinny, mas não tipo leggins, para usar com camisolas e camisolões quentinhos. Calças pretas nunca são demais e eu sou totalmente addicted a esta cor em calças.

   - uns botins pretos, preferencialmente de camurça, de salto compensado, que fiquem bem com saias,vestidos e calças e me aguentem durante todo o dia (tem sido uma tarefa árdua a procura destes botins!)

   - uma ou duas camisolas quentinhas, provavelmente preta, azul, branca, burgundy...aquelas cores que ficam bem com tudo.

   - uma saia...aqui ainda não há pormenores. Tenho um ou outro modelo da Zara que gostaria de experimentar.

 To be continued...

Do mês de Novembro

   Vai ser um mês longo e de muito trabalho acrescido ao trabalho dito normal. Vai ser também um mês de receber formação e de, pela primeira vez, dar sessões de formação parental, que é algo que me está a fazer alguma comichão nos nervos. Um dia de cada vez...a parte boa é que estamos cada vez mais próximos do Natal!!

 

 

A propósito do dia em que nos lembramos da morte

«Nunca, absolutamente nunca perdemos nossos entes queridos. Eles acompanham-nos, não desaparecem das nossas vidas. Estamos apenas em quartos diferentes. Eu não posso ver o que existe na carruagem que está na minha frente, mas há ali pessoas a viajarem no mesmo tempo que eu, que vocês, que toda a gente. O fato de não podermos falar com eles, saber o que está a acontecer naoutra carruagem, é absolutamente irrelevante; eles estão lá. Assim, aquilo que chamamos “vida” é um comboio com muitos vagões. Às vezes estamos num, às vezes noutro. Outras vezes atravessamos de um para o outro, quando sonhamos ou quando nos deixamos levar pelo extraordinário.

(...)

O amor vence sempre aquilo que chamamos morte. Por isso não precisamos de chorar pelos nossos entes queridos, porque eles continuam queridos e permanecem ao nosso lado. Temos uma grande dificuldade em aceitar isso.»

Paulo Coelho, O Aleph

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