Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

1001 pequenos nadas...

...que são tudo, ou apenas esboços da essência de uma vida entre as gentes e as coisas, captados pelo olhar e pela mente livre, curiosa e contemplativa. Por tudo isto e tudo o resto: É PROIBIDA A ENTRADA A QUEM NÃO ANDAR ESPANTADO DE EXISTIR

1001 pequenos nadas...

...que são tudo, ou apenas esboços da essência de uma vida entre as gentes e as coisas, captados pelo olhar e pela mente livre, curiosa e contemplativa. Por tudo isto e tudo o resto: É PROIBIDA A ENTRADA A QUEM NÃO ANDAR ESPANTADO DE EXISTIR

«O homem que plantava árvores», Jean Giono

 Inspirado em acontecimentos verdadeiros, traduzido em diversas línguas e largamente difundido pelo mundo inteiro, O Homem Que Plantava Árvores é uma história inesquecível sobre o poder que o ser humano tem de influenciar o mundo à sua volta. Narra a vida de um homem e o seu esforço solitário, constante e paciente, para fazer do sítio onde vive um lugar especial. Com as suas próprias mãos e uma generosidade sem limites, desconsiderando o tamanho dos obstáculos, faz, do nada, surgir uma floresta inteira – com um ecossistema rico e sustentável. É um livro admirável que nos mostra como um homem humilde e insignificante aos olhos da sociedade, a viver longe do mundo e usando apenas os seus próprios meios, consegue reflorestar sozinho uma das regiões mais inóspitas e áridas de França. 
_______________________________________________________________________________
 

E a crise onde está?

 

 Sempre tive uma certa dificuldade em perceber a crise neste país, especialmente quando estamos só um bocadinho atentas aos padrões de consumo dos portugueses. Resumidamente, o que se vende em Portugal é aquilo que é caro e, de preferência, de marca. Senão vejamos: o meu Mr.Big foi comprar um telemóvel mas tudo o que tinham em stock eram iphones e galaxys com valores a rondar os 400, 500 ou mesmo 600 euros. E porquê que os têm em stock? Desenganem-se porque é mesmo por serem esses os modelos que mais se vendem (e lá estava a cliente ao lado a levar um iphone para casa, enquanto nos cruzamos com mais uns 3 ou 4 no corredor). Se pensarmos na roupae particularmente na Zara, é fácil perceber o mesmo padrão: aquelas peças chave mas que normalmente têm um preço pouco atractivo esgotam rapidamente. E poderiamos pegar aqui em mais exemplos que nos mostram claramente que a maior crise continua a ser a de valores.

   E alguns até poderão apontar o dedo:"dizes isso mas ainda ontem foste gastar dinheiro para a Zara". Verdade. Adoro comprar roupa, outra grande verdade. Mas outra grande verdade é que tenho muito amor ao meu dinheirinho que tanto me custa ganhar. E é precisamente por custar a ganhar e por ser realmente inferior ao que seria justo que de vez em quando gosto de me mimar com trapinhos. Porque é o meu trabalho e o meu esforço que me permitem estes pequenos mimos, que estão longe de ser luxos. 

Work your body and mind

Fui curar o meu cansaço da semana num treininho de ginásio (a propósito, fui experimentar o solinca do norteshopping e que desilusão. Nada como o meu solinca dragão). Não há nada melhor que estourar com o corpo para esquecer o stress de uma semana de muito trabalho. Faz bem ao corpo, à mente e ao ego. Senão vejamos: 2.3km de corrida, 2km de eliptica, 2km de bicicleta, 90 repetições na prensa com 35kg nas pernas e 110 abdominais. Isto depois de uma tarde de compras...nada mau! Domingo é dia de descanso e ao que parece de dores de garganta...

Ainda o dia da mulher

   Como em todos os outros dias em que se definiu comemorar qualquer para nos lembrarmos dela, existir um dia da mulher não faz nenhum sentido quando o que se quer é mostrar o poder da mulher. Enquanto precisarmos de um dia nosso, de um dia em que nos lembrem, nos digam que somos bonitas, especiais e heroínas e que vamos governar este mundo e o próximo, não vamos ser verdadeiras mulheres. Se só no dia 8 de Março se lembram de nós então a nossa missão está longe de estar cumprida e o nosso papel longe de estar definido e sólido. Sejamos mulheres todos os dias. Grandes, enormes...para que se lembrem de nós pela vida fora!