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Ultimamente ando a ler livros à velocidade da luz.
Desde que me divorciei definitavente da televisão à noite e os bons filmes começaram a escassear que os livros têm sido a melhor companhia dos meus tempos de relax e descanso. Uma actividade perigosa: para a bolsa e para a estante, porque começa a ser muito complicado arrumar tanto livro cá em casa.
Mas sabe tãaaaaoooo bem...
Hoje vamos abrir um novo livro!
A estreia surpreendente de Margarida Rebelo Pinto no romance histórico A história trágica de D. Inês de Castro, pela sua universalidade e intemporalidade, é inesgotável. Margarida Rebelo Pinto revela-nos os meandros deste universo fascinante, desmontando todos os passos da vida de D. Inês na semana que antecede um destino inelutável: a sua execução no dia 7 de Janeiro de 1355. Através da perspectiva de D. Inês vamos conhecendo os segredos da alma desta heroína e as maquinações das razões do Estado que determinaram o fim de uma vida mas não do amor. Uma estreia surpreendente no romance histórico de uma escritora que, pela sua extraordinária capacidade de penetrar no íntimo de cada personagem, dá voz a D. Inês, D. Pedro, D. Afonso IV e a outros protagonistas deste momento inesquecível da nossa História. Despidos das suas máscaras, ficamos a conhecer melhor as suas forças, fraquezas, motivações e desejos íntimos. Novas e surpreendentes revelações deste período único da História de Portugal dão sentido à frase que eterniza o amor de D. Inês e de D. Pedro: “Até ao fim do mundo”._____________________________________________________
E basicamente é isto. Nos dias em que estou mais cansada, aldrabo um pouco, mas faço sempre os agachamentos e abdominais, quase religiosamente diariamente! Confesso que normalmente me escapa um dia por semana, até porque ás vezes o cansaço é muito e o tempo livre não permite. Mas o objectivo é sobretudo ajudar a tonificar, não perder completamente o ritmo nos dias em que não treino e aumentar a sensação de bem-estar, já que não há nada melhor que o exercício para nos fazer sentir bem!
Experimentem, que eu vou agora mesmo fazer o treininho caseiro de hoje!
Vamos precisar de:
E fazemos assim:
Aqui está um prato facílimo e que, simplesmente, adoro! Sou viciadíssima em massa, que, se pudesse, comia todos os dias, mas que como apenas pelo menos uma vez por semana, no máximo duas, de maneira que quando a como, gosto de me vingar e empanturrar-me. Esta forma é uma das minhas preferidas de comer massa, ou em jeito de salada. Este prato é rápido e prático e dá para acrescentarmos mais alguns ingredientes ao nosso gosto, por exemplo, bróculos, cenoura, ervilhas...
Experimentem, que vão adorar!
Gosto do cheiro a sol, a calor, a dias quentes que se arrastam devagarinho e nos fazem caminhar ainda mais devagarinho sob o pretexto do "está muito calor para se trabalhar", quando, na verdade, dias assim tornam tudo bem mais simples, incluindo trabalhar.
E gosto do cheiro a final de dia fresco, que pede um casaquinho, intercalado com noites quentes em que apetece sair de casa e ir para a rua, ou só para a varanda...
Gosto de dias assim, porque são dias que nos enchem as medidas, a alma, o coração e o corpo de energia e de coisas boas.
DIz que a semana vai ser mais fresca, mas ainda assim, uma semana plena destes cheiros e energias para todos!
Uma pequena aldeia alentejana transforma-se em Jerusalém graças ao amor de uma rapariga pela sua avó, cujo maior desejo é visitar a Terra Santa. Um professor paralelo a si mesmo, uma inglesa que dorme dentro de uma baleia, uma rapariga que lê westerns e crê que a sua mãe foi substituída pela própria Virgem Maria, são algumas das personagens que compõem uma história comovente e irónica sobre a capacidade de transformação do ser humano e sobre as coisas fundamentais da vida: o amor, o sacrifício, e a cerveja.___________________________________________
Que invasão de pulseirinhas multicolores feitas de material de escritório (parafraseando RAP numa das suas Mixóridas de temáticas) é esta? Diz que é anova loucura entra a canalhada, do mais pequeno ao mais graúdo, que as fazem incansavelmente e com as mais estranhas misturas de cores, primeiro para as oferecerem a pais, familiares e amigos e que agora até já as vendem, qual primeira experiência nesse complicado mundo dos negócios. Para qualquer pulso que se olhe, lá estão elas e na nossa instituição já se tornou quase um elemento do fardamento, tamanha é a quantidade de colaboradoras que as usam, ofertadas pelos seus filhotes.
Nada contra isto, atenção! Acho até uma certa piada e gosto sempre de todo o tipo de actividades ou febres que afastam os miúdos dos tabletes e dos computadores. Lembro-me que na minha adolescência também existiu uma febre do género, também de pulseirinhas feitas por nós com uns fios de borracha igualmente coloridos. Na altura devo ter ficado com os dedos em ferida de tantas fazer, mas como todas as febres, chegou, venceu e passou. Tal como acontecerá a esta. mas enquanto durar, sempre nos vai colorindo os pulsos e os dias! Força criançada!
Os bombeiros deveriam andar a combater o fogo, o elemento de Heráclito. Em vez disso, lutam contra o tempo. Uma luta quimérica. Para combatero fogo usam o seu grande inimigo, a água, mas para combater o tempo só têm uma maca, um medidor de tensão e uma garrafa de oxigénio. E, claro, os velhos continuam a morrer. Os bombeiros deveriam ter mangueiras a deitar juventude, deveriam andar a apagar a velhice.
"Jesus Cristo bebia cerveja", Afonso Cruz