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1001 pequenos nadas...

...que são tudo, ou apenas esboços da essência de uma vida entre as gentes e as coisas, captados pelo olhar e pela mente livre, curiosa e contemplativa. Por tudo isto e tudo o resto: É PROIBIDA A ENTRADA A QUEM NÃO ANDAR ESPANTADO DE EXISTIR

1001 pequenos nadas...

...que são tudo, ou apenas esboços da essência de uma vida entre as gentes e as coisas, captados pelo olhar e pela mente livre, curiosa e contemplativa. Por tudo isto e tudo o resto: É PROIBIDA A ENTRADA A QUEM NÃO ANDAR ESPANTADO DE EXISTIR

Carta ao Pai Natal (ou a quem me quiser mimar por esta época)

 

Está na altura de estabelecermos o nosso contacto anual. Até te pode parecer cedo, mas acredita que não é. Até porque, cá para estes lados, terás de passar duas vezes, já que os meus estimados pais programaram-me para 12 dias antes da tua chegada, vai daí ficas com as voltas um bocadito trocadas, alguma rena se deixa levar pela preguiça, e o meu sapatinho, que ainda não está ali na lareira mas para lá irá, apresenta-se-me vazio, o que é coisa para me deixar tremendamente lastimosa.

 

Por tudo isto, e porque fui e sou uma menina fofinha, amiguinha e que ainda hoje comeu um grande prato de sopa, prepara o meu saco, porque vou começar a deixar-te umas dicas de como o encher. 

 

Ah! Não precisas de me relembrar da crise e desses dramas todos que nos entristecem os dias. Como sempre, serei economicamente contida. Aliás, neste momento, se te quisesse pedir já já alguma coisita, nada mais me ocorreria a não ser: livros. Prometo, por isso, esforçar-me por ser mais criativa. 

Então até já.

 

Festinhas no pompom do teu gorro.

 

Atenciosamente,

 

                  uma eterna admiradora tua.   

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