Saltar para: Post [1], Comentários [2], Pesquisa e Arquivos [3]

1001 pequenos nadas...

...que são tudo, ou apenas esboços da essência de uma vida entre as gentes e as coisas, captados pelo olhar e pela mente livre, curiosa e contemplativa. Por tudo isto e tudo o resto: É PROIBIDA A ENTRADA A QUEM NÃO ANDAR ESPANTADO DE EXISTIR

1001 pequenos nadas...

...que são tudo, ou apenas esboços da essência de uma vida entre as gentes e as coisas, captados pelo olhar e pela mente livre, curiosa e contemplativa. Por tudo isto e tudo o resto: É PROIBIDA A ENTRADA A QUEM NÃO ANDAR ESPANTADO DE EXISTIR

Não nos vêm dizer nada que nós já não soubessemos

 

 

   Afinal parece que aqueles pulseirinhas coloridas e milagrosas que prometiam mais força, equílibrio e flexibilidade não passam daquilo que os mais realistas sempre souberam que elas eram: uma fraude.

   Aahhhh! Quem diria!?! É que logo agora que a "situação global" é tão mázinha e que, mais do que nunca, precisamos de muita força (para aguentar com tudo isto ), que precisamos de ser pessoas equilíbradas (antes de sairmos por aí a matar quem nos prometeu o que não cumpriu) e que precisamos de uma enorme flexibilidade (de outra maneira, como gerimos as nossas finanças?), é que nos vêm dizer que "Toma, toma, foram todos muito bem enganadinhos". E como nisto das modas é tudo um vai-e-vem, se antes estava na moda mostrar orgulhosamente a nossa pulseirinha de borracha juntinho da nossa Pandora, agora na moda está ir fazer queixa em tudo quanto é assossiação de defesa do consumidor que fomos burlados e enganados e blá-blá-blá.

 

   A verdade, é que não nos vêm dizer nada que já não soubessemos. Eu cá nunca fui nessa moda. Primeiro, porque as ditas cujas eram bem feinhas e, segundo porque nisto dos milagres sou suficientemente céptica. Aliás, a pulseirinha, para mim, nunca passou de uma "bolha" nascida da especulação no ano 2010, comparável ao vírus da gripe A em 2009, ou ao livro dos milagres (aka O Segredo) ali entre 2007 e 2008.

 

   De maneiras que agora teremos todos de reaprender a viver com menos força, menos equilíbrio e menos flexibilidade. Ups! Afinal sempre vivemos assim, só tinhamos a mente muito bem trabalhada pelo marketing. Mais um defeito de fabrico: nós, seres humanos, acreditamos em tudo o que a televisão, a internet e as revistas nos dizem. E mais uma vez se prova que não há diferença entre comprar o chinês ou comprar o original, que afinal também é chinês mas tem um nome mais pomposo e o made in mais discreto.

2 comentários

Comentar post