Saltar para: Post [1], Comentários [2], Pesquisa e Arquivos [3]

1001 pequenos nadas...

...que são tudo, ou apenas esboços da essência de uma vida entre as gentes e as coisas, captados pelo olhar e pela mente livre, curiosa e contemplativa. Por tudo isto e tudo o resto: É PROIBIDA A ENTRADA A QUEM NÃO ANDAR ESPANTADO DE EXISTIR

1001 pequenos nadas...

...que são tudo, ou apenas esboços da essência de uma vida entre as gentes e as coisas, captados pelo olhar e pela mente livre, curiosa e contemplativa. Por tudo isto e tudo o resto: É PROIBIDA A ENTRADA A QUEM NÃO ANDAR ESPANTADO DE EXISTIR

Nem sei o que dizer...

 

   Correndo o risco de ser açoitada virtualmente, aqui me confesso muito pouco apreciadora deste filme. Sem dúvida que foi a sala de cinema mais silenciosa de todos os tempos, durante o filme e depois de este terminar (ok! ouvimos duas vezes os roncos da velhinha da fila da frente!). Não sei se foi pelo facto de todos estarem tão desiludidos como eu, se pelo facto de todos estarem um pouco perturbados e incomodados com não sei bem o quê que o filme encerra em si. Talvez sejam todas aquelas questões totalmente pertinentes, mas que, na realidade, não nos trazem nada de novo, já que todos nós nos questionamos diversas vezes o porquê de tanta coisa, dirigindo-nos directamente a Ele. É verdade que as imagens chegam a ser melodiosamente belas, perfeitas para um albúm fotográfico, todas juntas desadequadas para um filme de que tanto se tem ouvido falar.

   Confesso que, ainda agora não consegui perceber aquele final, embora tenha achado a ideia de terminar com a imagem de uma ponte realmente prometedora. Aquela fase inicial musical e de imagens intensas mas ligeiramente aborrecidas para uma sala de cinema também me fez algum sentido. A perte "de filme" em si, com personagens e tudo a que um filme costuma ter direito, roçou o banal e o dejá vu. O final foi o que se viu e que eu não percebi. Ou talvez aqueles 130 minutos sejam demasiado artísticos, filosóficos ou alternativos para mim, mas se me quiserem ajudar a percebê-los agradecia imenso.

   Se vale a pena vê-lo? Sinceramente...não era capaz de o ver outra vez...e mais não digo porque a falha pode ser minha.

1 comentário

Comentar post