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1001 pequenos nadas...

...que são tudo, ou apenas esboços da essência de uma vida entre as gentes e as coisas, captados pelo olhar e pela mente livre, curiosa e contemplativa. Por tudo isto e tudo o resto: É PROIBIDA A ENTRADA A QUEM NÃO ANDAR ESPANTADO DE EXISTIR

1001 pequenos nadas...

...que são tudo, ou apenas esboços da essência de uma vida entre as gentes e as coisas, captados pelo olhar e pela mente livre, curiosa e contemplativa. Por tudo isto e tudo o resto: É PROIBIDA A ENTRADA A QUEM NÃO ANDAR ESPANTADO DE EXISTIR

Memórias da minha infância #3

 

 

   Seguindo na onda das canetas, a dada altura nada era uma caneta se não fosse uma caneta de gel Signo. A tal ponto que os nossos (meus!) cadernos eram um autêntico arco-irís de letras. Confesso que gostava de as ter e de colorir os meus cadernos com as mesmas, mas sempre as achei caras demais. Afinal, eram canetas. Eh pá, mas eram canetas de gel Signo... Falando a verdade, nunca gostei da escrita das canetas de gel, mas lá tive de encher o meu estojo com a rosa, a laranja, a roxa, a verde alface e a azul turquesa...embora sempre tenha sonhado com os pacotes que traziam todas as cores (que nunca se utilizavam!)...