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1001 pequenos nadas...

...que são tudo, ou apenas esboços da essência de uma vida entre as gentes e as coisas, captados pelo olhar e pela mente livre, curiosa e contemplativa. Por tudo isto e tudo o resto: É PROIBIDA A ENTRADA A QUEM NÃO ANDAR ESPANTADO DE EXISTIR

1001 pequenos nadas...

...que são tudo, ou apenas esboços da essência de uma vida entre as gentes e as coisas, captados pelo olhar e pela mente livre, curiosa e contemplativa. Por tudo isto e tudo o resto: É PROIBIDA A ENTRADA A QUEM NÃO ANDAR ESPANTADO DE EXISTIR

Memórias da minha infância

 

   Quando era miúda, por esta altura do ano, adorava acordar cedo ao fim-de-semana, subir a um banco para chegar ao armário das bolachas, deitar-me no sofá e ficar ali toda a manhã a assistir, não só aos "bonecos" como eu gostava de chamar aos desenhos animados, mas especialmente aos anúncios de brinquedos que com a aproximação do Natal inundavam a nossa televisão, que era tão melhor sem Pandas e Disneys Channels. E ali ficava eu, durante o tempo que aquilo durasse, derretida com aquela quantidade adorável de brinquedos e aqueles igualmente adoráveis desenhos animados que tanta falta fazem às crianças de hoje. Não me recordo de alguma vez ter pedido aos meus pais algum brinquedo que havia visto na televisão, até porque comigo a coisa resumia-se muito a Barbies e Polly Pockets. Preferia idealizar como seria ter aqueles brinquedos, o que faria com eles e que brincadeiras inventaria.

   Era por isto que gostava tanto dos fins-de-semana: pelos bonecos e pelos anúncios de brinquedos que me distraiam durante horas de pura satisfação infantil.

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