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1001 pequenos nadas...

...que são tudo, ou apenas esboços da essência de uma vida entre as gentes e as coisas, captados pelo olhar e pela mente livre, curiosa e contemplativa. Por tudo isto e tudo o resto: É PROIBIDA A ENTRADA A QUEM NÃO ANDAR ESPANTADO DE EXISTIR

1001 pequenos nadas...

...que são tudo, ou apenas esboços da essência de uma vida entre as gentes e as coisas, captados pelo olhar e pela mente livre, curiosa e contemplativa. Por tudo isto e tudo o resto: É PROIBIDA A ENTRADA A QUEM NÃO ANDAR ESPANTADO DE EXISTIR

Small world. Big connections.

 

   Sempre achei que um mundo era um balão e que facilmente, em qualquer lugar, a qualquer momento, poderiamos (re)encontrar alguém conhecido, do presente ou do passado.

   Ultimamente tenho me apercebido que as redes sociais, com especial destaque para o Facebook, vieram reduzir isto ao tamanho de um berlinde, e dos bem pequeninos. Não raras vezes dou por mim a comentar, ainda que mentalmente, "Olha o fulaninho também conhece o sicraninho" ou a ouvir coisas do género "Estive na tua página do Facebook e conhece este ou aquele amigo teu".

   Não querendo explorar as implicações de tudo isto, é impossível não deixar de pensar até que ponto todas estas "inovações" não põem ainda mais em causa a nossa privacidade, ainda que se saiba à partida que a partir do momento em que criamos uma conta numa qualaquer rede social, com a nossa verdadeira identidade, há uma parte de nós que deixou de ser privada. E nisto dos amigos que são amigos ou conhecidos ou amigos de conhecidos (ou vice-versa) a questão que se coloca é: afinal, até onde é que as informações/opiniões acerca da nossa pessoa conseguem chegar?

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