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1001 pequenos nadas...

...que são tudo, ou apenas esboços da essência de uma vida entre as gentes e as coisas, captados pelo olhar e pela mente livre, curiosa e contemplativa. Por tudo isto e tudo o resto: É PROIBIDA A ENTRADA A QUEM NÃO ANDAR ESPANTADO DE EXISTIR

1001 pequenos nadas...

...que são tudo, ou apenas esboços da essência de uma vida entre as gentes e as coisas, captados pelo olhar e pela mente livre, curiosa e contemplativa. Por tudo isto e tudo o resto: É PROIBIDA A ENTRADA A QUEM NÃO ANDAR ESPANTADO DE EXISTIR

Sobre o escrever e o gostar de escrever

   Gosto de escrever, é um facto. Embora já tenha escrito mais. É a velha desculpa do "ai não tenho tempo", que não deixa de ser uma desculpa ligeiramente válida, uma vez que não será tanto uma questão de tempo mas antes uma questão de "não tenho cabeça para mais nada". Ultimamente, por cá, é isso que vale. Ainda assim, continuo a gostar de escrever. Gosto muito mais de pôr as coisasem palavras escritas do que em palavras faladas.

    O que eu não gosto é de escrever com timmings pré-definidos, temas ou limitações. É por isso que tenho quase a certeza que não me daria bem na profissão de jornalista (que chegou a ser uma das minhas "quando for grande quero ser..."). E também é por isso que ando com uma folha A4 de um lado para o outro na carteira desde o início da semana com a intenção de escrever um artigo para a revista da instituição onde trabalho. A questão é que me impuseram uma data de entrega (próxima semana), um tema (ainda que muito vago e abrangente) e um limite (que também é bastante abrangente). E tudo o que escrevi até agora foram meia dúzia de linhas iniciais e mais meia dúzia supostamente finais. E todas elas durante momentos de insónia.

   Resta-me esperar por mais umas duas ou três noites de insónia nos próximos dias e logo se verá o que sairá daqui.