Saltar para: Post [1], Comentar [2], Pesquisa e Arquivos [3]

1001 pequenos nadas...

...que são tudo, ou apenas esboços da essência de uma vida entre as gentes e as coisas, captados pelo olhar e pela mente livre, curiosa e contemplativa. Por tudo isto e tudo o resto: É PROIBIDA A ENTRADA A QUEM NÃO ANDAR ESPANTADO DE EXISTIR

1001 pequenos nadas...

...que são tudo, ou apenas esboços da essência de uma vida entre as gentes e as coisas, captados pelo olhar e pela mente livre, curiosa e contemplativa. Por tudo isto e tudo o resto: É PROIBIDA A ENTRADA A QUEM NÃO ANDAR ESPANTADO DE EXISTIR

«O teu rosto será o último»

 

 :::::::::::::::::::::::::::

Sinopse
Tudo começa com um homem saindo de casa, armado, numa madrugada fria. Mas do que o move só saberemos quase no fim, por uma carta  escrita de outro continente. Ou talvez nem aí. Parece, afinal, mais importante a história do doutor Augusto Mendes, o médico que o tratou quarenta anos antes, quando lho levaram ao consultório muito ferido. Ou do seu filho António, que fez duas comissões em África e conheceu a madrinha de guerra numa livraria. Ou mesmo do neto, Duarte, que um dia andou de bicicleta todo nu. Através de episódios aparentemente autónomos - e tendo como ponto de partida a Revolução de 1974 -, este romance constrói a história de uma família marcada pelos longos anos de ditadura, pela repressão política, pela guerra colonial. Duarte, cuja infância se desenrola já sob os auspícios de Abril, cresce envolto nessas memórias alheias - muitas vezes traumáticas, muitas vezes obscuras - que formam uma espécie de trama onde um qualquer segredo se esconde. Dotado de enorme talento, pianista precoce e prodigioso, afigura-se como o elemento capaz de suscitar todas as esperanças. Mas terá a sua arte essa capacidade redentora, ou revelar-se-á, ela própria, lugar propício a novos e inesperados conflitos?
 
::::::::::::::::::::::::::::
 
   Apesar de todas as críticas positivas que li acerca deste livro e do prémio que recebeu (e foi isso, juntamente com uma certa curiosidade suscitada pelo próprio título, que me levou a comprá-lo), não o considero um grande livro ou sequer um livro interessante. Na verdade, acho que lhe falta uma história que nos prenda às suas páginas...parece que andamos ali meio perdidos entre uma personagem ou outro, a conhecermos um pouco das suas vidas e, principalmente, das suas mortes, sabendo à partida que não retiraremos nada de realmente enriquecedor daquela leitura. Foi principalmente esta a sensação que tive durante todo o livro: não foi capaz de me prender, porque não era intenso, forte, prometedor. 
   Ainda assim, esta é apenas a minha opinião e este é um livro levezinho, que lemos bem (no meu caso durou poucos dias) e que não sendo "wow" também não nos cansa. E além disso, é literatura portuguesa e quanto basta para o lermos.  

Comentar:

CorretorEmoji

Se preenchido, o e-mail é usado apenas para notificação de respostas.

Este blog tem comentários moderados.

Este blog optou por gravar os IPs de quem comenta os seus posts.