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1001 pequenos nadas...

...que são tudo, ou apenas esboços da essência de uma vida entre as gentes e as coisas, captados pelo olhar e pela mente livre, curiosa e contemplativa. Por tudo isto e tudo o resto: É PROIBIDA A ENTRADA A QUEM NÃO ANDAR ESPANTADO DE EXISTIR

1001 pequenos nadas...

...que são tudo, ou apenas esboços da essência de uma vida entre as gentes e as coisas, captados pelo olhar e pela mente livre, curiosa e contemplativa. Por tudo isto e tudo o resto: É PROIBIDA A ENTRADA A QUEM NÃO ANDAR ESPANTADO DE EXISTIR

«Livro», José Luís Peixoto

 

Um rapazinho é deixado pela mãe num fontanário, de madrugada. Antes de partir, ela entrega-lhe um livro e promete que voltará dentro de algumas horas. Mas abandona-o e vai para França, trilhando os caminhos da emigração.

Acolhido por uma família da aldeia, e sem nunca mais saber da mãe, o rapaz vai crescer enamorado por uma rapariga da terra que o corresponde nos sentimentos. Chegados à idade adulta, decidem ambos emigrar para França, mas partem separados.

O livro — único objecto de valor que o rapaz possuiu em toda a sua vida — servirá para os manter ligados e é através dele que se vão reencontrar.

 

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Não sendo dos meus livros favoritos e não o assumindo para já como um escritor de eleição, gostei do que li e de certa forma foi um livro que me conseguiu prender a atenção ao ponto de ter de o ler todos os dias. Não gostei particularmente da segunda parte e ao contrário de algumas críticas que fui lendo, não acho que o José Luís Peixoto tenha uma escrita semelhante à de Saramago. Mas pronto, foi um primeiro livro, foram umas primeiras impressões e não vou querer, com certeza, ler outros livros do senhor.

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