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1001 pequenos nadas...

...que são tudo, ou apenas esboços da essência de uma vida entre as gentes e as coisas, captados pelo olhar e pela mente livre, curiosa e contemplativa. Por tudo isto e tudo o resto: É PROIBIDA A ENTRADA A QUEM NÃO ANDAR ESPANTADO DE EXISTIR

1001 pequenos nadas...

...que são tudo, ou apenas esboços da essência de uma vida entre as gentes e as coisas, captados pelo olhar e pela mente livre, curiosa e contemplativa. Por tudo isto e tudo o resto: É PROIBIDA A ENTRADA A QUEM NÃO ANDAR ESPANTADO DE EXISTIR

«A Filha do Capitão», José Rodrigues dos Santos

 

Decorrendo durante a odisseia trágica da participação portuguesa na Primeira Guerra Mundial, A Filha do Capitão conta-nos a aventura de um punhado de soldados nas trincheiras da Flandres e traz-nos uma paixão impossível entre um oficial português, o capitão Afonso Brandão e uma bonita francesa Agnés Chevallier. Mais do que uma simples história de amor, esta é uma comovente narrativa sobre a amizade, mas também sobre a vida e sobre a morte, sobre Deus e a condição humana, a arte e a ciência, o acaso e o destino.

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   Na minha opinião, a tal história de amor impossível (que não me parece de todo impossível) passa completamente ao lado e não constitui o foco central deste livro. Pelo contrário, ele representa um excelente quadro da vida dos nossos soldados durante a Primeira Guerra Mundial, com algumas reflexões filosóficas sobre o sentido da vida, da morte e de Deus.

   Se querem um romance de lágrima no canto do olho, esta não é a escolha ideal. Se querem um quadro da participação de Portugal na Guerra, não hesitem e deixem-se levar. facilmente se impressionarão.  

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