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1001 pequenos nadas...

...que são tudo, ou apenas esboços da essência de uma vida entre as gentes e as coisas, captados pelo olhar e pela mente livre, curiosa e contemplativa. Por tudo isto e tudo o resto: É PROIBIDA A ENTRADA A QUEM NÃO ANDAR ESPANTADO DE EXISTIR

1001 pequenos nadas...

...que são tudo, ou apenas esboços da essência de uma vida entre as gentes e as coisas, captados pelo olhar e pela mente livre, curiosa e contemplativa. Por tudo isto e tudo o resto: É PROIBIDA A ENTRADA A QUEM NÃO ANDAR ESPANTADO DE EXISTIR

«O último segredo», José Rodrigues dos Santos

Sinopse

 

Uma paleógrafa é brutalmente assassinada na Biblioteca Vaticana quando consultava um dos mais antigos manuscritos da Bíblia, o Codex Vaticanus. A polícia italiana convoca o célebre historiador e criptanalista português, Tomás Noronha, e mostra-lhe uma estranha mensagem deixada pelo assassino ao lado do cadáver.
A inspectora encarregada do caso é Valentina Ferro, uma beldade italiana que convence Tomás a ajuda-la no inquérito. Mas a sucessão de homicídios semelhantes noutros pontos do globo leva os dois investigadores a suspeitarem de que as vítimas estariam envolvidas em algo que as transcendia.
Na busca da solução para os crimes, Tomás e Valentina põem-se no trilho dos enigmas da Bíblia, uma demanda que os conduzirá à Terra Santa e os colocará diante do último segredo do Novo Testamento. A verdadeira identidade de Cristo.
Baseando-se em informações históricas genuínas, José Rodrigues dos Santos confirma-se nesta obra excepcional como o grande mestre do mistério. Mais do que um notável romance, O Último Segredo desvenda-nos a chave do mais desconcertante enigma das Escrituras.

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   Fazendo a inevitável comparação entre José Rodrigues dos Santos e Dan Brown, gostei bastante do Código DaVinci. Não tanto dos livros que se seguiram do mesmo escritor, embora os tenha lido sem grande sacrifício. Falando do escritor português, dentro do género tinha apenas lido o Codex 632, que, sinceramente, não me entusiasmou. Dei o benefício da dúvida a este último livro, assim como um dia darei À fórmula de Deus. Mais uma vez, este não me entusiasmou grandemente, até porque se tornou algo previsível e por vezes demasiado teórico e teológico...e depois há aquela parte do "se tudo isto é verdade, porquê que nunca ninguém falou disto antes"? É de facto interessante acolher esta nova perspectiva da vida de Jesus e do verdadeiro significado do cristianismo...ou pelo, menos conhecer uma outra perspectiva...no entanto, enquanto história, enredo, não é dos livros que mais me fascine. Gosto bem mais do José Rodrigues dos Santos dos romances históricos (O Anjo Branco já está ali na prateleira em espera).