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1001 pequenos nadas...

...que são tudo, ou apenas esboços da essência de uma vida entre as gentes e as coisas, captados pelo olhar e pela mente livre, curiosa e contemplativa. Por tudo isto e tudo o resto: É PROIBIDA A ENTRADA A QUEM NÃO ANDAR ESPANTADO DE EXISTIR

1001 pequenos nadas...

...que são tudo, ou apenas esboços da essência de uma vida entre as gentes e as coisas, captados pelo olhar e pela mente livre, curiosa e contemplativa. Por tudo isto e tudo o resto: É PROIBIDA A ENTRADA A QUEM NÃO ANDAR ESPANTADO DE EXISTIR

The end.


   Acompanharam-nos durante anos e todas nós desejamos ter um pouquinho de cada uma delas.

   Bree VanDerKamp sempre foi a que menos despertou a minha curiosidade, se bem que lhe admirava a frieza e a determinação que sempre lhe permitiu tomar as rédeas de qualquer situação, saindo sempre vitoriosa delas.

   Susan Delfino era a amorosa mãe de família e aquele que possuia um dom natural para nos fazer rir.

   Gabrielle...bem a Gabrielle era aquela que despertava a nossa veia de fashion victims consumistas e materialistas. Nunca nenhuma personagem terá um andar e um riso igual ao dela.

   E depois tinhamos a Lynette, que no seu estilo desajeitado e desinteressado de mulher de negócios-mãe-esposa sempre acheia giríssima. Para falar verdade, nestas últimas duas temporadas a "história" da Lynette e a separação do seu marido de 23 anos foi o que mais me prendeu à série.

   Agora que elas se foram no seu felizes para sempre, claro que vamos sentir falta delas e das suas aventuras. Mas foram no momento certo. Esta última temporada enrolou um pouquito a história do assassinato e não me imaginava em mais uma temporada de mistérios e "previously on desesperate housewifes...". Fica-nos na memória mais uma boa série de gajas para gajas!