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1001 pequenos nadas...

...que são tudo, ou apenas esboços da essência de uma vida entre as gentes e as coisas, captados pelo olhar e pela mente livre, curiosa e contemplativa. Por tudo isto e tudo o resto: É PROIBIDA A ENTRADA A QUEM NÃO ANDAR ESPANTADO DE EXISTIR

1001 pequenos nadas...

...que são tudo, ou apenas esboços da essência de uma vida entre as gentes e as coisas, captados pelo olhar e pela mente livre, curiosa e contemplativa. Por tudo isto e tudo o resto: É PROIBIDA A ENTRADA A QUEM NÃO ANDAR ESPANTADO DE EXISTIR

A propósito do dia em que nos lembramos da morte

«Nunca, absolutamente nunca perdemos nossos entes queridos. Eles acompanham-nos, não desaparecem das nossas vidas. Estamos apenas em quartos diferentes. Eu não posso ver o que existe na carruagem que está na minha frente, mas há ali pessoas a viajarem no mesmo tempo que eu, que vocês, que toda a gente. O fato de não podermos falar com eles, saber o que está a acontecer naoutra carruagem, é absolutamente irrelevante; eles estão lá. Assim, aquilo que chamamos “vida” é um comboio com muitos vagões. Às vezes estamos num, às vezes noutro. Outras vezes atravessamos de um para o outro, quando sonhamos ou quando nos deixamos levar pelo extraordinário.

(...)

O amor vence sempre aquilo que chamamos morte. Por isso não precisamos de chorar pelos nossos entes queridos, porque eles continuam queridos e permanecem ao nosso lado. Temos uma grande dificuldade em aceitar isso.»

Paulo Coelho, O Aleph