Saltar para: Post [1], Pesquisa e Arquivos [2]

1001 pequenos nadas...

...que são tudo, ou apenas esboços da essência de uma vida entre as gentes e as coisas, captados pelo olhar e pela mente livre, curiosa e contemplativa. Por tudo isto e tudo o resto: É PROIBIDA A ENTRADA A QUEM NÃO ANDAR ESPANTADO DE EXISTIR

1001 pequenos nadas...

...que são tudo, ou apenas esboços da essência de uma vida entre as gentes e as coisas, captados pelo olhar e pela mente livre, curiosa e contemplativa. Por tudo isto e tudo o resto: É PROIBIDA A ENTRADA A QUEM NÃO ANDAR ESPANTADO DE EXISTIR

O meu Carnaval era assim...

   Fazendo uma retrospectiva, concluí que nunca me vesti de princesinha no Carnaval, o que nem parece coisa minha. Sempre sonhei com um fato de Branca de Neve, com aquele vestido amarelo e azul e vermelho e a capa e tudo a que tinha direito, mas esse fato nunca chegou. O máximo que consegui foi uma Branca de Neve de vestido branco e capa azul, uma Branca de Neve totalmente falsa e que não me satisfez minimamente. Nisto das máscaras, era mais dada aos animais e neste capítulo tive duas fatiotas que me encheram as medidas:uma de pantera cor-de-rosa, toda ela em pelinho (fantástica para o frio do Carnaval) rosa e peito branco, com direito a carapuço com orelhas e um rabo que arrastava pelo chão e que eu adorava abanar, e uma outra de joaninha, este com direito a capacete vermelho com antenas. Tirando estas duas delícias, só me lembro de ser um palhaço gordo, de cabeleira vermelha e cara lambuzada de baton, gentileza do meu pai, que era sempre o director artístico das minhas produções.

   Não me lembro de outras fatiotas, assim como não me lembro de delirar com o Carnaval ou querer muito muito que chegasse o dia de vestir o traje...a verdade é que a minha melhor recordação de Carnaval é bem recente: o Carnaval de 2011, passado na Disneyland Paris, com orelhas de Minnie na cabeça. Isso sim é festejar a vida! Era menina para repetir, e já já já!

   Bom Carnaval, seus foliões!!!