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1001 pequenos nadas...

...que são tudo, ou apenas esboços da essência de uma vida entre as gentes e as coisas, captados pelo olhar e pela mente livre, curiosa e contemplativa. Por tudo isto e tudo o resto: É PROIBIDA A ENTRADA A QUEM NÃO ANDAR ESPANTADO DE EXISTIR

1001 pequenos nadas...

...que são tudo, ou apenas esboços da essência de uma vida entre as gentes e as coisas, captados pelo olhar e pela mente livre, curiosa e contemplativa. Por tudo isto e tudo o resto: É PROIBIDA A ENTRADA A QUEM NÃO ANDAR ESPANTADO DE EXISTIR

A fábula do amor

 

«Não escrevo para ele. Escrevo para que tu me possas ouvir, enquanto vou arrumando a cabeça e limpando o coração, mesmo sabendo que a primeira tarefa é infinitamente mais fácil do que a segunda. Ainda não consigo pensar em eliminá-lo de nenhum dos meus sistemas. Não é que não ambicione alcançar esse dia, mas da mesma maneira que não se força o amor, também não se deve forçar o esquecimento. Tudo tem o seu tempo e modo, estou ainda em reflexão, a aprender a aceitar uma nova realidade, da qual, aparentemente, ele já não faz parte. O que quero mesmo é contar uma história, cujo início já conheces, mas de uma outra forma. Como uma fábula. As fábulas são simples, claras, lineares. As fábulas têm um fim. O mais importante é que as fábulas têm uma moral. E, quando lá chegar, sinto que vou resgatar a paz perdida, onde quer que o Diogo esteja, dentro ou fora da minha vida.»

"O amor é outra coisa", Margarida Rebelo Pinto