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1001 pequenos nadas...

...que são tudo, ou apenas esboços da essência de uma vida entre as gentes e as coisas, captados pelo olhar e pela mente livre, curiosa e contemplativa. Por tudo isto e tudo o resto: É PROIBIDA A ENTRADA A QUEM NÃO ANDAR ESPANTADO DE EXISTIR

1001 pequenos nadas...

...que são tudo, ou apenas esboços da essência de uma vida entre as gentes e as coisas, captados pelo olhar e pela mente livre, curiosa e contemplativa. Por tudo isto e tudo o resto: É PROIBIDA A ENTRADA A QUEM NÃO ANDAR ESPANTADO DE EXISTIR

Memories

 

a minha coleção de Barbies

A Barbie foi, de longe, de muito longe, a minha boneca preferida durante a minha infância. Ainda tentei com as Nancys, que nunca me convenceram e nem vale a pena falar da minha relação com os Nenucos, porque realmente nunca achei piada a bebés que faziam bolinhas quando lhes apertavamos os braços, muito menos de brincar às mamãs e bebés. De maneira que a Barbie (e já agora a Polly Pocket, quando ainda eram bonceas minúsculas, também tiveram o seu tempo de antena na minha infância) me encheu a infância de bons momentos de estimulação cognitiva e treino da imaginação, tais eram as histórias e enredos que eu criava com estas bonecas.

   Hoje resolvi tornar útil o dia em casa para recuperar (já lá vão os dias em que conseguia passar um dia inteiro na cama, mesmo estando doente) e fazer algumas arrumações nos brinquedos que fui guardando de recordação ao longo dos anos. Achei que era bem mais inteligente tirá-los dos caixote e deixá-los criar memórias em outras crianças, por isso fui juntando uma data de brinquedos para doar a alguma instituição (finalmente me livrei dos Nenucos!). Há aqueles dos quais não me consigo mesmo separar, aqueles que têm maior significado para mim e que por isso vão continuar comigo, encaixotados sobre a forma de memórias: o meu primeiro brinquedo, alguns peluches com significado especial, as casinhas da Polly Pocket, uma Nancy (fui praticamente obrigada pela minha mãe a ficar com uma "das bonecas mais famosas do mundo", segundo ela) e as minhas Barbies, ou pelo menos as que restam, as que mais gostava...sei que poderia proporcionar alguns momentos de felicidade a alguma menina sonhadora como eu (se bem que hoje em dia as crianças pouco parecem gostar de brinquedos), mas são mesmo tantas memórias que estão agarradas àquelas bonecas elegantes e bem vestidas que me desculpam esta veia de egoísmo. Há memórias que temos de manter pertinho de nós...

    E vocês, qual o brinquedo que mais memórias vos trás?

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