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1001 pequenos nadas...

...que são tudo, ou apenas esboços da essência de uma vida entre as gentes e as coisas, captados pelo olhar e pela mente livre, curiosa e contemplativa. Por tudo isto e tudo o resto: É PROIBIDA A ENTRADA A QUEM NÃO ANDAR ESPANTADO DE EXISTIR

1001 pequenos nadas...

...que são tudo, ou apenas esboços da essência de uma vida entre as gentes e as coisas, captados pelo olhar e pela mente livre, curiosa e contemplativa. Por tudo isto e tudo o resto: É PROIBIDA A ENTRADA A QUEM NÃO ANDAR ESPANTADO DE EXISTIR

Há tantas coisas para ver...

«Quanto tempo, por exemplo, passamos a olhar para os semáforos, à espera que fique verde? Ao fim de uma vida, deve ser um Verão inteiro. Porque é que não damos valor à paragem e ao sítio onde estamos, como se estivessemos de férias, num miradouro peculiar?

   Há tantas coisas para ver. É um espectáculo de pormenores e observações. Nenhum dia é igual ao anterior; nenhum momento até.

   (...)

   Não há tempo morto. Nem há falta de tempo. Há o tempo e a ausência de tempo. O tempo é a vida. A ausência de tempo é a morte.

   Nós temos um intervalo entre nascer e morrer. Só um. So um intervalo. Sò um tempo. Só uma vida.»

Como é linda a puta da vida, MEC

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