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1001 pequenos nadas...

...que são tudo, ou apenas esboços da essência de uma vida entre as gentes e as coisas, captados pelo olhar e pela mente livre, curiosa e contemplativa. Por tudo isto e tudo o resto: É PROIBIDA A ENTRADA A QUEM NÃO ANDAR ESPANTADO DE EXISTIR

1001 pequenos nadas...

...que são tudo, ou apenas esboços da essência de uma vida entre as gentes e as coisas, captados pelo olhar e pela mente livre, curiosa e contemplativa. Por tudo isto e tudo o resto: É PROIBIDA A ENTRADA A QUEM NÃO ANDAR ESPANTADO DE EXISTIR

«Triplo», Ken Follett

 

No ano de 1968, Israel esteve por detrás do desaparecimento de 200 toneladas de urânio, material destinado a dotar o Egito da bomba atómica com a ajuda da União Soviética. Contudo nunca se conseguiu determinar como é que um carregamento daquele minério, suficiente para produzir 30 armas nucleares, desapareceu no mar alto sem deixar provas que comprometessem Israel. Follett pegou nesta enigmática ocorrência e criou a partir dela um thriller único, onde um suspense de alta voltagem se combina com factos históricos.

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   Mais uma leitura de férias. Desta vez um regresso a Follett, do qual nunca me canso, apesar de os seus livros acaberem por ser sempre do mesmo género. E também como é habitual nos seus livros, demoro entre 100 a 150 páginas a realmente entrar no livro e deixar-me prender pela história. Este

e um livro escrito nos anos 70 mas que só recentemente chegou ao nosso país. Comprei-o como poderia ter comprado qualquer um outro deste escritor, já que pretendo papá-los todos. Acho que foi a capa que me conquistou. Não foi dos meus preferidos, mas é Follett, what else? Cai sempre bem!