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1001 pequenos nadas...

...que são tudo, ou apenas esboços da essência de uma vida entre as gentes e as coisas, captados pelo olhar e pela mente livre, curiosa e contemplativa. Por tudo isto e tudo o resto: É PROIBIDA A ENTRADA A QUEM NÃO ANDAR ESPANTADO DE EXISTIR

1001 pequenos nadas...

...que são tudo, ou apenas esboços da essência de uma vida entre as gentes e as coisas, captados pelo olhar e pela mente livre, curiosa e contemplativa. Por tudo isto e tudo o resto: É PROIBIDA A ENTRADA A QUEM NÃO ANDAR ESPANTADO DE EXISTIR

Tal dona, tal gato

  Diz que os animais de estimação se parecem em muitas coisas com os seus donos e, de fato, cá em casa esta repetição de comportamentos entre eu e o meu gato é demasiado evidente, especialmente nestas situações recentes. Vejamos:

   Situação 1, a do gato: dias de festa são inevitavelmente dias de foguetes com força. O gato tem medo dos foguetes, mas como a curiosidade matou o gato, toca a pôr uma patinha de cada vez na varanda para ver o fogo de artificio...assim que as quatro patinhas estão na varanda e o gato olha curioso para aquele céu de cores, disparam uma rajada de foguetes seguidos, com um barulho infernal até para os humanos, e o gato sai numa corrida desenfreada pelas escadas abaixo, parando apenas no local mais seguro da casa, que para ele é nas cadeiras da cozinha, desde que colocadas debaixo da mesa.

   Situação 2, a da dona do gato: ontem a noite foi de trovoada e bem forte. A dona do gato tem medo da trovoada, não gosta dela, vá, amedronta-se. A dona do gato acordou cerca das 2h aflitinha para um xixizinho. Ouviu a trovoada e pensou "vou deixar passar a trovoada e depois vou". Mas como uma bexiga cheia não é coisa que se aguente facilmente, a dona do gato vai num pézinho de cada vez, a contar cada relâmpago, em direcção ao quarto de banho. Assim que vai a entrar no dito, sai um relâmpago gigante, com um trovão de meter medo a qualquer bomba atómica, com direito a coisas a abanar, perda de energia e alarmes de carros a tocar e a dona do gato sai numa corrida desenfreada para p local mais seguro da casa, que para ela, naquele momento, era debaixo dos lençóis.

   Se nos fotografassem nestas duas situações, tenho a certeza que não haveria diferença entre cara e focinho. E sim, eu apertei muit, muito o xixi até a trovoada passar...

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