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1001 pequenos nadas...

...que são tudo, ou apenas esboços da essência de uma vida entre as gentes e as coisas, captados pelo olhar e pela mente livre, curiosa e contemplativa. Por tudo isto e tudo o resto: É PROIBIDA A ENTRADA A QUEM NÃO ANDAR ESPANTADO DE EXISTIR

1001 pequenos nadas...

...que são tudo, ou apenas esboços da essência de uma vida entre as gentes e as coisas, captados pelo olhar e pela mente livre, curiosa e contemplativa. Por tudo isto e tudo o resto: É PROIBIDA A ENTRADA A QUEM NÃO ANDAR ESPANTADO DE EXISTIR

Uma costela indiana

 

   Apenas e só uma das culturas mais fascinantes do mundo.

   A Índia sempre exerceu um fascínio inexplicável em mim. Visitá-la é uma das minhas viagens fetiche. O Taj Mahal é, para mim, a maior maravilha do mundo. E depois têm aquela saudável obsessão pela dança como forma de celebração (e que belas danças), aquelas músicas animadas, a devoção ao seu Deus e tudo o que ela implica, o Yôga e toda a sua filosofia corporal e espiritual (talvez me identifique tanto com o Swasthya Yôga exactamente por ser indiano), os seus ensinamentos, as suas tradições, os seus cultos, aquelas roupas coloridas (é cada sari mais bonito que o outro)...toda uma cultura completamente contrastante da nossa que tem muito para nos ensinar.

   Quero muito saber mais e mais sobre esta cultura. E quero ainda mais visitar este país e satisfazer a minha costela indiana cada vez mais saliente.

 

(Sim! Sou uma assistente assídua da telenovela da sic, Caminho das Índias. Um dos poucos programas que me faz ligar a tv.)