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1001 pequenos nadas...

...que são tudo, ou apenas esboços da essência de uma vida entre as gentes e as coisas, captados pelo olhar e pela mente livre, curiosa e contemplativa. Por tudo isto e tudo o resto: É PROIBIDA A ENTRADA A QUEM NÃO ANDAR ESPANTADO DE EXISTIR

1001 pequenos nadas...

...que são tudo, ou apenas esboços da essência de uma vida entre as gentes e as coisas, captados pelo olhar e pela mente livre, curiosa e contemplativa. Por tudo isto e tudo o resto: É PROIBIDA A ENTRADA A QUEM NÃO ANDAR ESPANTADO DE EXISTIR

O fim de um reinado

   Aos 50 anos, o rei da pop, deixou de cantar e dançar para o mundo. Cedo demais.

   Em jeito de "crónica de uma morte anunciada", a grande estrela da música do século XX partiu. Ele que teve o mundo o mundo nas mãos, tem agora o mundo aos seus pés. Legiões de fãs prestam uma última homenagem ao cantor excêntrico, polémico, com medo de envelhecer e eternamente preso a uma infância (que não teve) entregue à música.

   Polémicas à parte, foi um grande artista. Dos maiores. Marcou um geração e deixa a sua marca em qualquer canto do mundo. Será lembrado pelos escândalos, pelas histórias, pelas polémicas, pela identidade que nunca desenvolveu. Será principalmente lembrado pela sua música, pelos seus movimentos impossíveis de copiar. Pelo seu sucesso.

   Foi rei. E na música sempre o será.