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1001 pequenos nadas...

...que são tudo, ou apenas esboços da essência de uma vida entre as gentes e as coisas, captados pelo olhar e pela mente livre, curiosa e contemplativa. Por tudo isto e tudo o resto: É PROIBIDA A ENTRADA A QUEM NÃO ANDAR ESPANTADO DE EXISTIR

1001 pequenos nadas...

...que são tudo, ou apenas esboços da essência de uma vida entre as gentes e as coisas, captados pelo olhar e pela mente livre, curiosa e contemplativa. Por tudo isto e tudo o resto: É PROIBIDA A ENTRADA A QUEM NÃO ANDAR ESPANTADO DE EXISTIR

O momento objectivo da subjectividade de um ser

   "Errar não é humano. Humano é corrigir o erro."

   Esta (inteligente) frase foi proferida pelo Prf. Álvaro Miranda Santos numa das suas aulas de Psicologia da Arte e Expressividade (sim, eu tive disso).

   Ilustre psicólogo português que hoje nos deixou, este senhor dedicou a sua vida à psicologia, com interesse particular pela área da psicologia social, e muito contribuiu para a sua afirmação. A sua luta era a luta de todos nós, psicólogos. Aproximar ao máximo a psicologia das ciências. Talvez por isso raramente utilizasse a palavra "psicologia", subsituindo-a por "ciência psicológica". O seu pensamento girava em torno da subjectividade/objectividade e a sua sabedoria dificultava, muitas vezes, a compreensão dos seus discursos (porque cada aula era isso mesmo, um discurso).

   Foram muitas as pérolas de pensamento que lançou nas diversas aulas que leccionou, muitas delas que me (nos) acompanham até hoje, e sempre com um sorriso na cara. Tal como ele, que sempre tinha um sorriso na cara. E que sorriso caricato! Era uma personalidade daquelas que punha um auditório a rir com as suas palavras inocentemente (pensadas ao pormenor) expressas. Era um homem de gestos particulares. Ideias próprias. Difícil de "vergar". As suas aulas não eram fáceis. O seu pensamento não era fácil de acompanhar. Mas a sua personalidade compensava tudo isso.

 

   Até sempre, professor.

 

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