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1001 pequenos nadas...

...que são tudo, ou apenas esboços da essência de uma vida entre as gentes e as coisas, captados pelo olhar e pela mente livre, curiosa e contemplativa. Por tudo isto e tudo o resto: É PROIBIDA A ENTRADA A QUEM NÃO ANDAR ESPANTADO DE EXISTIR

1001 pequenos nadas...

...que são tudo, ou apenas esboços da essência de uma vida entre as gentes e as coisas, captados pelo olhar e pela mente livre, curiosa e contemplativa. Por tudo isto e tudo o resto: É PROIBIDA A ENTRADA A QUEM NÃO ANDAR ESPANTADO DE EXISTIR

Contente, contente...

Carrie and her Mr. Big

   Estou feliz. Porquê? O meu menino arranjou um emprego e começa já amanhã. E eu estava com ele no momento da novidade e pude dar um abracinho muito, muito apertadinho. Estou feliz, acima de tudo por ele, porque sei o que isto significa para ele. E, por outro lado, sei que isto lhe vai fazer muito, muito bem e que é apenas um pequeno passo para um futuro de sucesso. A dois!

   Boa sorte, mor! A ursinha está contente, contente, contente...

Um convite para jantar

Ele convidou-me para jantar e disse "Veste o teu melhor vestido". Eu ri-me. Ele chegou com uma das suas melhores roupas (uma das que eu mais gosto, entenda-se). Lindo! Eu abri a porta e ele chamou-me ao carro. Eram 22 rosas só para mim (não, o número não tem qualquer significado). Os meus olhos sorriram e eu ralhei-lhe. "Lá vens tu com as prendas surpresa. Não gosto. Para que andas a gastar dinheiro comigo...", etc, etc. Por dentro, derretida. Procurei pelo meu melhor vestido. Escolhi um a estrear. Preto, justo ao corpo (daqueles que nos dão um andar bem semelhante ao da Eva Longoria nas Donas de Casa Desesperadas), "à executiva", como eu gosto de lhe chamar. Um vestido preto cai sempre bem. Ele pediu uma voltinha. "Estás linda". E eu sem cabelo e cara arranjada. Ele levou-me a passear. Eu comentei (e não cobicei!!!) o ramo que um homem levava. Ele arrastou-me para o carro, abriu a mala. Era uma margarida vermelha à minha espera. Uma ternura. A flor. E o gesto. E ele. Ele foi espreitar o SLB (não podia ser perfeito, certo?), eu fui espreitar a loja dos peluches da Kitty e afins. Ele entrou. E ofereceu-me um peluchinho anjinho, fofo, fofo. Eu voltei a ralhar com ele. Quase armei um escândalo na loja. E adorei o miminho. Ele levou-me a jantar numa mesa com vista para o anoitecer na praia. Ele até comeu uma refeição aparentemente saudável, longe do rótulo de comida de plástico. Eu comi que me fartei. E gostei. Para terminar, umas Pedras Salgadas no café do costume, no "nosso sofázinho". Ele deixou-me em casa. E eu já estou com saudades.

Três anos e 9 meses depois, este foi o nosso dia 20. Mas podia ser um dia qualquer. Normal. Sem data especial. Porque ele é assim. Especial. Único. Estupidamente romântico. Apaixonado. Sentimental. Uma caixinha de surpresas. Todos os dias.

Numa (verdadeira) tarde de Verão

...com muito sol e muito calor, nada melhor que "pegar" no namorado (na verdade, ele é que "pega em mim", já que o lovemobil é seu), na toalha de praia e no guarda-sol e lá vão eles rumo a uma praia carregadinha de gente, onde o francês se confunde com o português (a maior parte das vezes propositadamente). E não é que encontramos uma tarde de muito sol, calor totalmente suportável e (quase) total ausência de vento, em plena praia de Matosinhos (quem é do Norte, percebe muito bem esta minha admiração)?

   Sol, calor, amor e muitos sorrisos. Que mais podemos desejar para uma tarde de Verão?

(Foto retirada da Internet)

Flores para mim

   Chegou até mim em jeito de surpresa este belo ramo, depois de eu muito lamentar que "os girassóis do vizinho estão enormes e os meus nem sequer abrem!". Não só ganhei 2 girassóis, como também 9 rosas e uma dose infinita de amor!

   Quem disse que não há homens românticos?

 

Um belo dia

   Braga foi o destino do passeio "romântico" de hoje, em jeito de comemoração dos nossos 3 anos e 7 meses juntos.

   Tivemos direito a piquenique, visita ao Sameiro, ao Bom Jesus, passeio no barquinho a remos (sempre quis!!!), muitos sorrisos, muitos beijinhos, muita diversão, muito calor...tudo regado com muito amor.

   Aqui fica um pedacinho de nós....

 

O postal

   Quando se vai jantar  a casa do namorado há sempre tempo e espaço para arrumações. A ideia era, entre outras, juntar tudo o que é cartinha, postal e afins que eu lhe dei numa caixinha. Bonita ideia. Ainda serviu para recordar as primeiras palavras escritas que trocamos, as primeiras brincadeiras...Entre um postal e uma carta, um envelope vermelho desconhecido. "Hum, já não me lembrava deste". Um postal de parabéns a dizer "Nada é impossível", sem nome, sem data, com meia dúzia de palavras, pestinha incluída. Não lembrava, nem poderia lembrar. Todo o meu lado negro foi activado. "Isto não é meu. Quem te deu isto?". A resposta: "Sei lá. Deixa ver...Ah. Podes deitar isso fora.". Aquele meu olhar carregado de pontos de interrogação tenebrosos. "Quem te deu?". "Era daquela...da outra...". Ora é um risco que se corre ao fazer arrumações nas gavetas dos outros.

   Mas que raio estava um postal "da outra" a fazer no meio dos meus postais??? Não bastavam as santas chuteiras vermelhas que nunca foram usadas, o telefonema a oferecer emprego, também havia um postal?

   Amuei, pois claro que amuei. Fico chateada, pois claro que fico chateada. Como duas grandes fatias de molotofe, pois claro que como. O postalinho já era. As santas chuteiras que se preparem porque eu já sei qual é a caixa delas.

   E agora vou dormir para não comer mais molotofe.